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“Alguns morreram queimados em suas igrejas e há relatos de castração e evisceramento e de que alguns foram enterrados vivos depois de obrigados a cavar o próprio túmulo. Muito mais igrejas foram incendiadas e vandalizadas. Sobrepelizes foram usadas em touradas de mentirinha nas ruas. Um republicano que se vestiu de brincadeira com os trajes cerimoniais do arcebispo de Toledo foi fuzilado por um miliciano bêbado que o confundiu com o primaz. O vinho da comunhão foi bebido nos cálices sagrados, quebraram-se vitrais e milicianos se barbearam nas pias batismais. (BEEVOR, Antony. A Batalha pela Espanha – A Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Trad. Maria Beatriz de Medina. Rio de Janeiro: Record, 2012. p. 137-138.) Sobre a Guerra Civil Espanhola, é incorreto afirmar que: