///
“A educação sexual se faz presente em escolas, parâmetros e propostas curriculares, cursos de educação à distância, programas sociais, políticas públicas, matérias de jornais e programas de televisão voltados a jovens, entre outros. Sob diferentes enfoques, a sexualidade é tematizada e transformada em foco de intervenção. Uma verdadeira proliferação discursiva sobre a sexualidade atravessa o campo educacional. Neste sentido, ela dá prosseguimento a um fenômeno histórico descrito, com grande precisão, por Michel Foucault. Assim, em nossa sociedade, fala-se publicamente do sexo ‘como de uma coisa que não se deve simplesmente condenar ou tolerar, mas gerir, inserir em sistemas de utilidade, regular para o bem de todos, fazer funcionar segundo um padrão ótimo. O sexo não se julga apenas, administra-se’.” (Altmann, Helena; Martins, Carlos José. Educar, Curitiba, n. 35, p. 63-80, 2009. Editora UFPR) O conceito de sexo requer uma análise pluridimensional. Vários são os fatores que influenciam na determinação do sexo de um indivíduo, notadamente os de ordem biológica e os psicossociais:
( ) Sexo genético, também chamado de cromossômico, é aquele que usa como critério para a definição do sexo, a constituição cromossômica.
( ) Sexo gonático é aquele que tem o critério diferenciador entre os sexos masculino e feminino as gônadas, ou seja, a presença de testículos nos homens e de ovários nas mulheres.
( ) Sexo somático, denominado por alguns autores como sexo psíquico, sendo aquele resultante de interações genéticas, fisiológicas e psicológicas que se formam dentro de uma determinada atmosfera sociocultural.
( ) Sexo de criação ou sexo social, é aquele diretamente relacionado ao meio em que a criança vive, sendo os pais os que atuam de forma direta em sua definição, mas que também podem ser influenciados por outras pessoas que fazem parte da comunidade, como os parentes e professores.
Tendo em vista essas informações e marcando os itens com V para verdadeiro e F para falso, assinale a única assertiva correta.