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Um sistema de classificação de risco deve ter como objetivo maior priorizar o doente conforme a gravidade clínica com que se apresenta no serviço de saúde. Para isso, é necessário substituir o modelo perverso de entrada do paciente, que, na maioria das vezes, se dá por ordem de chegada ou por seleção realizada por profissional não capacitado.
O fluxograma do Protocolo de Manchester é elencado a partir da queixa inicial do paciente, que deve ser coletada e, resumidamente, registrada pelo enfermeiro. Cada fluxograma de apresentação possui discriminadores gerais e específicos. Os discriminadores "são as características que diferenciam pacientes entre si de tal forma que eles possam ser alocados em uma das cinco prioridades clínicas”, que são destacadas em ordem de prioridade de atendimento, pelas respectivas cores: