O mecanismo fisiopatogênico da obstrução extra-hepática da veia porta se inicia através de uma vasodilatação arterial compensatória que estabiliza a função hepática (trombose aguda). Em poucos dias, ocorre a formação de colaterais venosas que ultrapassam a obstrução e, posteriormente (3 a 5 semanas), forma-se um cavernoma, o que confere aparência ultrassonográfica característica a esta desordem.