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Jovens que transitam pelo universo das instituições socioassistenciais, de acordo com Maltitano(2011), geralmente estão marcados por um imaginário que transita entre a invisibilidade e uma visibilidade marcada pela periculosidade, ociosidade ou outras adjetivações que causam sofrimento e possibilidades de desfiliação. O terapeuta ocupacional, na intenção de apoia-los no engajamento em ocupações, conquista da autonomia e ressignificação de suas trajetórias pode utilizar como estratégia: