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Na contratendência da crise capitalista de longa duração, de tonalidade recessiva, cujo desencadeamento remonta à década de 70 do século XX, verificam-se profundas alterações nas formas de produção e de gestão do trabalho perante as exigências do mercado mundial sob o comando do capital financeiro, que alteram profundamente as relações entre o Estado e a sociedade. Novas mediações históricas reconfiguram a questão social na cena brasileira contemporânea, no contexto de mundialização do capital, afirma Iamamoto (2009). Em relação à questão social no Brasil contemporâneo, que se expressa de várias formas, é CORRETO afirmar que