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457941201897878
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
PIPOCA TAMBÉM COMBINA COM MUSEU!

Seu José, todo sábado e domingo pela tarde, chega
com a sua carrocinha de pipoca e fica parado em frente ao
MuseuNacional de BelasArtes, noRio de Janeiro.
Sabemos que o seu José está na porta do museu
pelo cheirinho quente e doce de suas pipocas fresquinhas
que, suavemente, adentram o museu. São pipocas tão
apetitosas que os visitantes dão uma pequena pausa para
comprar alguns deliciosos saquinhos de pipoca. Com o
simples ato de parar em frente ao museu, os visitantes têm o
raro momento de observar a fachada do Museu Nacional de
Belas Artes. Tratam-se de paredes compridas, imponentes,
as quais quase não são percebidas no dia a dia agitado do
centro da cidade carioca.
No momento que o visitante para em frente ao
museu ele temalguns instantes de pura paz. Dali, observa-se
também o Teatro Municipal, em frente ao museu. Olhando
para a esquerda, podemos ver a Cinelândia e a Biblioteca
Nacional. À direita, podemos observar a longa Avenida Rio
Branco, tão comprida que os nossos olhos se perdem em
meio aos altos prédios e ao silêncio habitual dos finais de
semana.
Mas, seu José é um jovem senhor que gosta muito
de seu ofício. Como pipoqueiro, ele sabe de todas as
atividades que acontecem nos finais de semana no Museu
Nacional de Belas Artes e no Teatro Municipal. Quando tem
tempo, ele aproveita para fazer uma visitinha ao museu nos
domingos, dia que a entrada é gratuita. Ele lembra também
que, no próximo domingo, o Teatro Municipal irá realizar mais
um espetáculo por apenas um real. Mas, o que é um real em
meio a umTeatro tão bonito como aquele? Seu José, como ar
saudoso, lembra que não existem mais profissionais como
antigamente, afinal, quem construiu aqueles prédios fez uma
das obras mais bonitas e, como ele mesmo diz, é uma beleza
de construção, cheia de detalhes, curvinhas, quadradinhos,
estátuas femininas e pinturas perfeitas feitas nas paredes e
colunas.
Todos estes elementos fazemdo prédio umdosmais
bonitos da região.
“Como deve ser difícil desenhar e esculpir tais
formas perfeitas! O artista tinha grandes habilidades!” (Diz
seu José).
Mas seu José também leva a família para visitar o
Museu. Somente a esposa não conhece oMuseu Nacional de
Belas Artes, pois, aos sábados e domingos, ela vai à igreja.
Mas, os filhos de seu José, sempre que tem alguma grande
exposição, comparecempara fazer uma visitinha.
Entre as histórias contadas, ele lembra da exposição
de Rodin, em que a fila dava voltas e voltas no quarteirão.
Uma fila saía do museu e contornava o prédio pela direita e
outra fila saía do prédio e o contornava pela esquerda. Nesta
exposição, todos os filhos do seu José vieram!
Para não abandonar a sua carrocinha de pipocas,
ele realiza mais de uma visita. Cada vez que ele entra no
museu, visita uma sala diferente. Em cada final de semana,
entra, rapidamente, numa parte da exposição. Segundo ele, o
museu temmuitas coisas bonitas para se ver.
Pois é..., mas, infelizmente, o seu José não pode
participar das mediações. Ele não tem tempo! Mas se ele
pudesse, seria muito legal! Ele entenderia as intenções do
artista.
Contudo, quem receberia o maior legado seria o
museu, pois ele tem toda propriedade para contar, para o Museu Nacional de BelasArtes, o que ele ouve dos visitantes
e como ele mesmo percebe o museu. Isso porque, como ele
vende suas deliciosas pipocas na porta domuseu há 25 anos,
muitas são as histórias que ele tempara contar!!! Vale lembrar
que o museu existe há 71 anos. Aliás, como era a Av. Rio
Branco há 71 anos atrás? Como as pessoas se vestiam?
Como viviam?
Mas... quão importante é, para nós, profissionais de
museus, sabermos como o museu é importante na vida de
seu José!
Afinal, Pipoca tambémcombina commuseu!
(in www.museologiahoje.com.br/revistamuseologiahojehtml)
Pela leitura do texto, é possível reconhecer que o autor do relato é um:
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2

457941202063233
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Língua InglesaTemas: Presente Simples | Verbos | Artigos
Texto associado

The Role of Museums in Education


Museums provide knowledge and inspiration, while also connecting communities. At a time of economic recovery, and in the run-up to the Olympics, they are more important than ever. Museums and galleries deliver world-class public services which offer individuals and families free and inspiring places to visit and things to do. Museums attract audiences from home and abroad. Museums provide the places and resources to which people turn for information and learning. They care for the legacy of the past while creating a legacy for the future.


Museums are uniquely egalitarian spaces. Whether you are rich, poor, or uniquely-abled, the museum door is always an open welcome. A sense of history and beauty, gifts from our cultural heritage, inspires the ordinary soul into extraordinary possibilities. They bind communities together, giving them heart, hope and resilience. They make a vital contribution to international relations and play a unique role in fostering international cultural exchange. If life was just about earning to eat, we'd be depleted and tired. Museums bring to life the opportunity to experience meaning beyond the mundane. Museums make the soul sing!


The most visible and expected offerings of a museum are its exhibitions. Exhibitions tell stories through objects. In a world where virtual experiences are ever increasing, museums provide tangible encounters with real objects.


What does looking at a crystal clear specimen of beryl, a vertebrate fossil emerging from its plaster jacket, or the flag that flew over Inge Lehman's seismological observatory provide in an educational sense? Some professionals maintain that the visceral reaction of wonder, awe or curiosity – the affective response of the viewer – is the enduring legacy of a museum visit. It opens the door to the visitor's mind, engaging them in a discipline that perhaps failed to interest them through other means, and might inspire them to learn more. Furthermore, the social context of a museum visit, where exploration occurs in a friendly atmosphere without the pressure of tests and grades, helps keep that door open.


Curators and educators also aspire to engage the rational mind of the viewer. A mineral collected in the field and displayed in the museum is out of its original context, but thoughtful juxtaposition of the mineral with other objects helps the visitor make new connections. Exhibit labels or a knowledgeable docent leading a tour not only inform directly, but also guide visitors in making their own observations of the object. Hands-on displays combined with objects can provide forceful connections – an “aha!” experience for the visitor. Alan J. Friedman, the former director of the New York Hall of Science, recounts a watershed experience during a 1970 museum visit in which a model telescope that the could touch and adjust brought to life the meaning of the antique telescope.


Museums are the world's great learning resource – they introduce new subjects, bring them alive and give them meaning. Learning in museums improves confidence and attainment: it also opens us to the views of our fellow citizens. Museum collections and the knowledge of museum professionals inspire learning. As the world around us changes, museums and galleries promote awareness of the critical questions of place, humanity, science and innovation.


Adaptado dos sites: http://tle.geoscienceworld.org/cgi/reprint/26/10/1322.pdf e http://www.nationalmuseums.org.uk/media/documents/what_we_do_documents/museums_deliver_full.pdf, pp. 3-4

The modal verb 'might' (paragraph 4) expresses the idea of:

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3

457941200309589
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Comunicação SocialTemas: Comunicação e Controle | Gestão Estratégica

O primeiro jornal brasileiro foi fundado em Londres por Hipólito José da Costa em 1º de junho de 1808. O jornal, publicado em língua portuguesa, tinha como objetivo vencer a censura vigente no Brasil e tratar de temas políticos. Esse jornal ficou conhecido como:

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4

457941201745925
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Estrutura Textual
Texto associado

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Texto 1


Tesouro musical


Entre o fim do século XVII e meados do XIX, surgiu na Europa uma preciosa coleção de órgãos de igreja que, até hoje, se distingue pelas dimensões monumentais, pela riqueza de ornamentos e pelo som, de nitidez incomparável. De valor inestimável para a arte sacra e a música erudita, tendo sido uma das principais ferramentas de trabalho de compositores como o alemão Johann Sebastian Bach (1685- 1750), esses órgãos barrocos formam um surpreendente acervo no Brasil – tesouro pouco conhecido que, só agora, começa a vir à luz. O mérito é de uma pesquisa conduzida na Universidade Sorbonne, que catalogou os exemplares existentes no país. A lista não é extensa. De uma centena deles de que se tem registro no século XVIII, sobraram apenas quinze, dois dos quais em funcionamento. A coleção, modesta se comparada à de países europeus, chama atenção pelo exagero de pinturas e entalhes recobertos de ouro e ainda por uma peça que a torna singular: um instrumento de 1710 assinado pelo alemão Arp Schnitger (1648-1719), espécie de Antonio Stradivari, o célebre construtor de violinos, no mundo dos órgãos barrocos. Não há mais que trinta desses Schnitgers em uso. O do Brasil enfeita a Catedral da Sé de Mariana, em Minas Gerais, à qual foi doado em 1753 por dom José I, rei de Portugal. Restaurado, ainda se presta a belíssimos concertos de música barroca.

O atual trabalho ajuda a lançar luz sobre a história desses órgãos no Brasil – e também sobre a própria história do país. O propósito original ao trazê-los da Europa para a colônia era animar missas e arregimentar fiéis. “Esses instrumentos vão funcionar melhor do que as pregações”, escreveu ao rei o bispo de Salvador, dom Pero Fernandes Sardinha, em 1552, imbuído da missão de catequizar índios. No Brasil imperial, os órgãos barrocos se popularizaram, a exemplo do que ocorria àquele tempo nas cortes europeias. Na cena da coroação de dom Pedro I, em 1822, retratada por Debret, aparece ao fundo o órgão no qual se executou, naquela ocasião, composição de José Maurício Nunes Garcia, um dos grandes nomes da música barroca no Brasil (sim, houve uma profícua produção do gênero no país, ainda que com o previsível atraso e influências do classicismo). Tal órgão, do qual só permaneceu uma parte da caixa ricamente decorada, pode ser visto na antiga Catedral da Sé do Rio de Janeiro.

Nenhum instrumento produz, sozinho, acordes tão ricos quanto os órgãos barrocos. Seu princípio de funcionamento é o de um instrumento de sopro, mas, no lugar do pulmão humano, se faz uso de foles que enviam o ar, simultaneamente, a dezenas de tubos que emitem o som. É como se fosse um conjunto de flautas gigantes, com até 10 metros de altura. “O que distingue os modelos barrocos é que nenhum outro permite escutar com tamanha nitidez tantos acordes ao mesmo tempo”, afirma a especialista Elisa Freixo. Seu mecanismo garante que o ar chegue imediatamente aos tubos quando o teclado é acionado, processo que leva até meio segundo nos demais modelos – suficiente para a perda de limpidez do som. Eles também se diferenciam pela concentração de finíssimos tubos, de onde saem tons de um agudo extremo. Os órgãos fabricados mais tarde privilegiaram sons mais graves e difusos – o que os adequava a uma nova função, a de integrar orquestras.

Países como Espanha e Portugal, donos de valiosas coleções de órgãos barrocos, já se dedicam à conservação desses instrumentos há um século. “No Brasil, predomina o descaso”, diz o brasileiro Marco Aurélio Brescia, à frente da pesquisa da Sorbonne. Ele ficou chocado, por exemplo, ao encontrar na cidade mineira de Bom Jesus do Amparo destroços de um órgão barroco do século XIX, obra de um artesão local. Com o que sobrou, ainda é possível reconstruir o maquinário original. De outra preciosidade da coleção, o órgão do Mosteiro de São Bento, no Rio, só ficou de pé a caixa original – até hoje lá –, boa amostra da imponência barroca. Mesmo que com atraso, o inventário dessas obras é o primeiro passo para a conservação do tesouro que restou.


(Marcelo Bortoloti, in Revista Veja, 3 de fev. de 2010)

Nos trechos abaixo foram grifados alguns elementos de coesão que conferem coerência ao texto. Assinale aquele que NÃO remete à palavra entre parênteses.

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5

457941200900571
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Orçamento Público | Estrutura Econômica e Financeira | Executivo Federal

Conforme estabelecido na Constituição Federal em vigor, o prazo para que o Poder Executivo publique o relatório resumido da execução orçamentária será de:

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6

457941200985377
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Legislação FederalTemas: Decreto 3.551/2000 - Registro de Bens Culturais Imateriais
Acerca da disciplina normativa prevista no Decreto n° 3.551/00, que institui o registro de bens culturais de natureza imaterial que constituem patrimônio cultural brasileiro e cria o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial é correto afirmar que:
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7

457941201095708
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Engenharia Civil: Construção e InfraestruturaTemas: Técnicas Construtivas | Construção Civil
Ao se fabricar uma urupema, usualmente utilizada em habitações simples como vedação dos vãos de portas e janelas, devemos usar:
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8

457941200112448
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História do Brasil | República Oligárquica (1889-1930)
Tratada durante a Primeira República (1889-1930) como “caso de polícia”, a questão social explode no Brasil no ritmo da industrialização e da modernização econômica. Melhores salários e redução da jornada de trabalho são os principais itens da agenda do movimento operário, em que destacam líderes de origem europeia, que vinham influenciados pela ideologia do:
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9

457941200078835
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Comunicação SocialTemas: Gêneros e Formatos de Jornalismo

Com o advento da Internet, as mídias de massa ganharam uma nova roupagem e a TV, que reinava por mais de 50 anos absoluta como sinônimo de mídia de massa, enfrenta a esmagadora concorrência da interatividade gerada pela Web. A informação que antes era gerada do emissor para o receptor, e esse ultimo consumindo passivamente seu conteúdo, deu lugar ao modelo baseado na troca de informação. E os novos modelos de mídia que exemplificam essas mudanças são:

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10

457941201743097
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: IBRAMDisciplina: Comunicação SocialTemas: Verificação e Validação de Informações | Processos Produtivos no Jornalismo | Gêneros e Formatos de Jornalismo

A redação de textos jornalísticos dispõe de diversas técnicas para prender o leitor e aumentar a compreensão de uma determinada matéria. Quando o jornalista escreve a matéria valorizando em primeiro plano os aspectos mais importantes e em seguida os de menor importancia, esse recurso é conhecido como:

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