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457941202072284
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde ColetivaTemas: Gestão e Planejamento em Saúde Pública
No que se refere a Atenção básica para populações específicas assinale a alternativa correta.
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2

457941201237720
Ano: 2020Banca: FADESPOrganização: UEPADisciplina: Física GeralTemas: Dinâmica de Colisões | Mecânica Dinâmica
Uma esfera de massa m que estava em movimento retilíneo com energia cinética de 3 J sofreu uma colisão frontal elástica com outra esfera de massa 2m que estava parada, na qual ambas as esferas se deformaram elasticamente. Durante a colisão
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3

457941201198733
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Pediatria e Cuidados Neonatais
Texto associado
Leia o caso clínico abaixo para responder a questão.


Maria, 8 anos de idade, portador de epilepsia de difícil controle, vem apresentando escapes convulsivos no dia de hoje. Mãe traz a menor ao pronto socorro pediátrico referindo que menor esta roxo, com respiração ruidosa e difícil. Relata 8 escapes convulsivos no dia de hoje, tendo administrado 3 supositórios de Diazepam, via retal na última hora. Ao exame físico: responsiva aos estímulos dolorosos, cianótica, respiração ruidosa com gargarejos.


ECG: 9

Pupilas mioticas, puntiformes

Fr: 8 incursoes por minuto

AP: MV +,reduzido difusamente

SO2: 78%

Fc : 65 bpm

Pulsos presentes; pcp:4 segundos

Pa: 90x50 mmhg
A melhor conduta, ante o quadro clinico e diagnóstico do caso clínico acima é:
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4

457941200148600
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Transtornos Nutricionais | Medicina Clínica
Paciente idoso, residente em uma comunidade ribeirinha do interior do Pará, foi internado na enfermaria de Clínica Médica com sarcopenia e desnutrição, agravados pela dificuldade de acesso a alimentos em período de seca prolongada dos rios. Após a estabilização clínica, a equipe médica começou o suporte nutricional, monitorando atentamente o paciente para evitar complicações. Considerando o quadro apresentado, assinale a alternativa correta sobre a “síndrome da realimentação”.
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5

457941200061610
Ano: 2011Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado
A solidão essencial

O amor que nos resolve a vida é uma promessa enganosa

Acho que foi um professor de cursinho quem contou em classe o mito dos andróginos. Parte homem e parte mulher, esses seres eram tão completos e tão felizes que despertaram a inveja de Zeus. Irado, o patriarca do Olimpo disparou raios que separaram em duas cada uma das criaturas perfeitas. Desde então, elas vagam pelo mundo em busca de sua metade. São solitárias e incompletas. Somos nós.

Não sei o que os gregos queriam dizer ao criar essa lenda, mas a maneira como nós a interpretamos, modernamente, é muito clara: existe alguém lá fora que nasceu para nós. Enquanto não acharmos essa metade (o amor verdadeiro), jamais seremos felizes.

Muitos de nós acreditamos nisso o tempo todo. Outros acreditam apenas de vez em quando. Raro é encontrar alguém totalmente imune a essa espécie de esperança (ou seria armadilha?) romântica.

Mas eu às vezes me pergunto se essa é uma ideia construtiva. É saudável imaginar que a nossa felicidade não depende de nós, mas, sim, de outra pessoa qualquer? Mesmo sem tomar o mito dos andróginos ao pé da letra, milhões de pessoas adiam o futuro diariamente à espera de que a vida lhes traga um grande amor, aquele que vai colocar tudo nos eixos.

Eu pergunto de novo: essa é uma ideia saudável?

Há um livro do qual eu gosto muito que trata dessa questão – a ideia do amor romântico – como nenhum outro. Chama-se “Sem fraude nem favor, estudos sobre o amor romântico” e foi escrito pelo psiquiatra e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa, uma das pessoas que melhor fala dos sentimentos e das emoções no mundo real (que é o contrário do mundo idealizado no qual a gente, sem perceber, passa a maior parte da nossa vida).

Nesse livro, Jurandir afirma que o amor romântico – ao contrário de tudo que nos dizem – não é natural e universal, não é incontrolável e nem é condição essencial à felicidade humana. Isso seriam apenas coisas em que se acredita.

Não vou reproduzir os argumentos minuciosos e nem a prosa erudita do escritor, mas essencialmente ele afirma que o amor exaltado, sublime e raro que nós endeusamos é uma invenção social (como a música) e uma crença (como a religião) que pode perfeitamente ser questionada e modificada. Não existe um jeito eterno e imutável de amar, diz ele. O amor e a forma de encará-lo sempre variaram ao longo da história. Se nosso jeito atual de amar nos parece opressivo, antiquado ou insatisfatório, que tal tentar outra forma de amar?

É estranho pensar no amor dessa maneira, não? Estamos acostumados a vê-lo como algo imutável, quase sagrado, que as pessoas têm ou não têm, conseguem ou não conseguem. Mas claramente não é assim. Ao redor de nós existem pessoas que tratam o amor de forma muito diferente entre si. Fulano é muito romântico, quase tonto, enquanto fulana é de um pragmatismo inquietante: sabe exatamente o que deseja e vai atrás. Essas são diferenças reais, que mostram que o bicho amor não é exatamente o mesmo para todo o mundo.

Quando se compara o nosso modo de agir e pensar com o das outras culturas, as diferenças ficam ainda mais óbvias.

Nos últimos dias, eu tenho pensado muito em um aspecto particular da nossa ideologia do amor, aquele que diz que é impossível ser feliz sozinho. Não é só a música de Tom Jobim que afirma isso. Tudo que nos circunda brada a mesma mensagem. Ela está nos filmes, nas novelas, nas conversas. Ausência de parceiro é sinônimo de infelicidade, fracasso ou esquisitice. Ou tudo isso junto. Talvez seja verdade que a maioria das pessoas sem parceiros tendem a serem menos felizes, mas o contrário certamente é falso: estar com alguém, ter alguém, não é garantia de felicidade. A gente sabe disso, a gente vive isso, mas, socialmente, a gente não divide essa informação. Para todos os efeitos públicos, vale o seguinte combinado: se a pessoa está casada, ou tem um namorado bacana, sua vida está “resolvida”. Mas isso é falso, não? 

Namorei uma vez uma moça cujo pai, um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora, estava há meses numa terrível depressão. Eu olhava para o sujeito e não entendia. Ele tinha mulher, filhos, casa, profissão, amigos e... tinha desmoronado. Os motivos íntimos da derrocada talvez nem ele soubesse, mas a lição para mim foi clara: nossas questões interiores não se resolvem com a parceria amorosa, nem mesmo com a família.

Não adianta nos cercamos de um cenário de propaganda de margarina (mulher, filhos, cachorro, condomínio) porque, ao final, nossa felicidade depende de nós, das forças interiores que nós somos capazes de mobilizar. As pessoas que amamos nos ajudam, mas elas não substituem nosso amor próprio, nossa motivação e a nossa estabilidade. Precisamos das pessoas, mas precisamos ainda mais de nós mesmos.

É por isso que a promessa de felicidade amorosa às vezes me incomoda. Ela é falsa. Ela é uma forma de propaganda enganosa. Ele conduz as pessoas numa procura inútil por alguém que as faça sentir inteiras e completas, quando, na verdade, essa sensação de inteireza talvez seja inalcançável.

Se a gente olhar de novo para o mito do andrógino, talvez haja nele outra sabedoria a ser extraída: a de que nós, homens e mulheres, somos criaturas intrinsecamente solitárias. Vivemos em grupo, precisamos do grupo e buscamos conforto na intimidade do outro, no amor. Mas talvez seja da nossa natureza jamais nos sentirmos inteiros e completos.

Talvez haja em nós uma inquietação inextinguível e uma angústia que advêm da nossa própria consciência e que nos torna humanos. O amor seria então um alento, um consolo, uma fogueira que nos protege do frio. Mas o frio está lá. E a melhor medida da felicidade talvez seja a forma como lidamos com ele. Como indivíduos, não como casais.

(Ivan Martins. Época on line, 06/01/2010.)
Ao ler o texto, pode-se inferir que:

I. Nem sempre, segundo a opinião do autor, encontrar alguém que se acredita parceiro ideal resolve os problemas de toda vida.

II. Segundo o mito dos andróginos, na vida, só seremos felizes após encontrarmos nossa carametade.

III. Todos acreditamos na necessidade de se encontrar um parceiro.
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6

457941200598139
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Patologia Laboratorial
Assinale a alternativa que contém as primeiras células infiltrantes que penetram no lugar da cicatrização das feridas.
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7

457941200145549
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Cirurgia | Oncologia Clínica
Sobre a neoplasia de pâncreas é correto afirmar que:
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8

457941201928131
Ano: 2020Banca: FADESPOrganização: UEPADisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Programas do MEC para Educação Superior | Políticas de Educação
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Superior definem as habilidades e competências a serem adquiridas pelo aluno durante a sua formação no curso de graduação e são
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9

457941200377134
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Oncologia Clínica | Medicina Respiratória | Saúde Preventiva
O rastreamento para detecção precoce de câncer de pulmão utilizando Tomografia Computadorizada (TC) helicoidal de baixa dose é recomendado para populações específicas com base no risco relacionado ao tabagismo e outros fatores. A alternativa que representa um paciente que preenche os critérios para o rastreamento segundo as recomendações da National Comprehensive Cancer Network (NCCN) é:
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10

457941201675177
Ano: 2025Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Pediatria e Cuidados Neonatais
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. Em relação à icterícia neonatal, o banho de sol é contraindicado como medida terapêutica.

II. A limpeza do coto umbilical ainda é uma questão polêmica na literatura. Diferentes produtos apresentam vantagens e desvantagens. O cuidado de mantê-lo limpo e seco é o mais aceito, devendo ser realizado uma vez ao dia ou mais, se necessário.

III. A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que o primeiro banho seja realizado após 24 horas do nascimento ou, se isso não for possível por razões culturais, que seja adiado pelo período mínimo de seis horas. 

IV. Para recém-nascidos prematuros, a frequência de banho a cada quatro dias não impacta negativamente na microbiota da pele, além de reduzir o risco de instabilidade térmica.

V. A chave para o controle da dermatite da área de fralda está na sua prevenção: a troca frequente das fraldas, a limpeza suave, a exposição da pele ao ar e a aplicação de cremes de barreira são medidas que devem ser adotadas.


A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
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