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Vigilância e território
É no território, onde acontecem as relações de vida e trabalho, que a determinação social do processo de saúde e de doença se operacionaliza por meio da organização dos serviços de saúde em redes de Vigilância em Saúde. Essas redes se configuram em ambientes participativos e intersetoriais que possibilitam um ciclo contínuo de compreensão das possibilidades de riscos e de resiliência de problemas relacionados à vigilância sanitária, epidemiológica, de saúde ambiental e de saúde do trabalhador. O resultado deste processo se configura em elaborar um mapa de intervenção sobre os condicionantes, os riscos e os impactos à saúde.
Ao considerar os aspectos de natureza econômica, social, ambiental, cultural, política e suas mediações, a Vigilância em Saúde amplia e empodera a sua capacidade de identificar onde e como devem ser feitas as intervenções de maior impacto no território.
O conceito de território oferece uma possibilidade da observação das dinâmicas das situações de risco e das atividades humanas nele materializados, com uma historicidade e mobilidade intercambiadas com cenários mais amplos e trajetórias da população e seus modos de reprodução, as quais são dadas por fluxos e configurações demográficas relacionadas aos modos de desenvolvimento regionais.
Os casos e as situações de risco, os quais são objetos concretos da Vigilância em Saúde, operam uma interconexão de territórios, estabelecendo redes de vigilância sanitária articuladoras das diferentes abordagens da Vigilância em Saúde. Tendo, além da expressão local, uma configuração articulada com outros territórios, transpondo, assim, fronteiras de um determinado local, oferecendo e absorvendo informações da dinâmica de determinação, condicionamentos e nexos causais dos casos e situações de risco em foco.
O território na Vigilância em Saúde responde às interações espaciais configuradas por problemas sanitários que conectam distintos territórios, por fluxos de cadeias produtivas e distributivas de produtos de interesse sanitário e pela vigilância de situações de risco similares.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2ML3aXw.
Com base no texto 'Vigilância e território', leia as afirmativas a seguir:
I. As redes de Vigilância em Saúde se configuram em ambientes participativos e intersetoriais que possibilitam um ciclo contínuo de compreensão das possibilidades de riscos e de resiliência de problemas relacionados à vigilância sanitária, epidemiológica, de saúde ambiental e de saúde do trabalhador, de acordo com o texto.
II. Ao considerar os aspectos de natureza econômica, social, ambiental, cultural, política e suas mediações, a Vigilância em Saúde amplia e empodera a sua capacidade de identificar onde e como devem ser feitas as intervenções de maior impacto no território, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O trabalho do gerente de projetos envolve a administração de diversas premissas e restrições. O desenvolvimento de um cronograma realista, por exemplo, contribui favoravelmente para o gerenciamento do tempo em um projeto.
II. Uma estimativa análoga, em um projeto, deve ser realizada prioritariamente por um especialista experiente, pois envolve parâmetros, cálculos e informações detalhadas.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. As práticas pedagógicas da Educação Infantil devem estimular experiências que favoreçam o progressivo domínio pelas crianças de vários gêneros e formas de expressão (gestual, verbal etc.).
II. Na criança com paralisia cerebral, pode-se perceber algumas dificuldades típicas como, por exemplo, as habilidades altamente desenvolvidas ao usar as mãos para comer e para manejar instrumentos musicais.
Marque a alternativa CORRETA:
FRIGORÍFICOS
Por Bloomberg Brasil
Publicado em 16 de dezembro de 2019
A fabricante de hambúrgueres veganos Beyond Meat dominou o noticiário este ano de 2019 com uma estreia de enorme sucesso no mercado financeiro e uma vertiginosa valorização de 200% sobre suas ações.
Mas os frigoríficos Minerva e JBS não estão muito atrás. Até empresas americanas prejudicadas pela guerra comercial com a China, como a Tyson Foods, recentemente tiveram os maiores ganhos nas ações em anos.
Por trás da disparada nos preços das ações dessas empresas está a escassez de proteína animal na Ásia, onde a demanda por importações de carne suína, bovina e de frango aumentou. A peste suína africana está dizimando rebanhos da China ao Vietnã, provocando situações que vão afetar o comércio de carne por anos.
Enquanto a oferta de carne nos Estados Unidos bate recordes, a demanda por lá também começa a dar sinais de aceleração. Os preços do presunto naquele país estão próximos aos maiores níveis sazonais devido à forte procura externa, elevando os preços da carne de porco. Empresas como a Tyson Foods, com sede em Springdale, Arkansas, relatam interesse “extremo” de compradores chineses por carne de frango, após a suspensão de uma proibição que vigorou por vários anos.
A demanda doméstica por carne também é robusta nos Estados Unidos, à medida que o consumo desse alimento aumenta junto com a renda dos consumidores norte americanos, explicou Mike Sands, dono da consultoria MBS Research, sediada em Memphis.
O movimento ainda tem fôlego, de acordo com Heather Jones, analista de renda variável e proprietária da Heather Jones Research. Cerca de 8% do volume mundial de proteína foi exterminado pela peste suína e a oferta deve chegar ao ponto mínimo no primeiro semestre de 2020.
O salto das ações de empresas de proteína animal coincide com o avanço de negócios de imitação de carne. Em novembro de 2019, as vendas de alternativas à carne subiram 40% com a chegada de mais produtos aos supermercados, de acordo com dados da firma de pesquisas IRI.
Embora substitutos à base de plantas representem apenas 1% do mercado de carne dos Estados Unidos, que movimenta US$ 86 bilhões, as vendas podem chegar a US$ 15 bilhões nos próximos cinco a sete anos, segundo a empresa Hormel Foods, que lançou uma linha própria.
Por ora, as empresas tradicionais não parecem temer a perda de clientes. Além do movimento causado pela peste suína, a expansão da população global significa que a produção de alimentos precisa aumentar 70% até 2050, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês). O aumento da renda geralmente significa aumento do consumo de proteína.
Nos Estados Unidos, os frigoríficos também se beneficiaram após um incêndio atingir uma unidade da Tyson Foods em agosto de 2019. Assim, com a capacidade reduzida, criou-se um excesso de animais vivos, o que derrubou os preços do gado. Paralelamente, compradores de carne bovina entraram em pânico com a perspectiva de escassez desse alimento e aceitaram pagar mais caro por ele. Assim, as margens de lucro dos frigoríficos bateram recordes.
Nos Estados Unidos, quatro empresas dominam o segmento de processamento de carne bovina e o Departamento de Agricultura daquele país iniciou uma investigação sobre concorrência desleal.
“As margens dos frigoríficos melhoraram até que fez sentido economicamente funcionar agressivamente não apenas durante a semana, mas também aos sábados”, disse Mike Sands, da MBS. “As margens da carne bovina têm sido muito boas, mas isso é necessário para impedir que o setor fique com gado sem condições.”
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/38SoAeV.
Com base no texto 'FRIGORÍFICOS', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, é possível identificar a ideia de que até empresas americanas beneficiadas pela guerra comercial com a China, como a Tyson Foods, tiveram as maiores perdas nas ações em anos. Tais perdas foram agravadas, de acordo com o texto, pelo elevado custo de mão de obra dos produtores de carne da Argentina e Chile, pela política cambial dos Estados Unidos e pelas denúncias de corrupção no governo brasileiro.
II. Segundo o texto, os produtores de carne estão passando por um momento difícil nos negócios, pois os lucros dessas empresas têm reduzido bastante nos últimos anos, assim como os preços das suas ações. Parte dessa dificuldade nos negócios se deve, na perspectiva do autor, à concorrência constituída por empresas que fabricam alimentos de origem vegetal que servem como substitutos da proteína animal.
III. De acordo com a explicação de Mike Sands, no texto, conclui-se que a demanda doméstica por carne é inexpressiva nos EUA, à medida que o consumo desse alimento diminui junto com a renda dos consumidores naquele país. Mike afirma, ainda, que o aumento do custo de vida após o início do governo de Donald Trump forçou a maior parte dos norte americanos a buscar alternativas mais sustentáveis para o consumo de carne vermelha, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A avaliação em Educação Física pode e deve oferecer ao professor elementos para uma reflexão contínua sobre a sua prática, no que se refere à escolha de competências, objetivos, conteúdos e estratégias. Ela auxilia na compreensão de quais aspectos devem ser revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados para o processo de aprendizagem individual e de todo o grupo de alunos.
II. Na iniciação ao atletismo, como desporto de base, entende-se que o processo de aprendizagem nas escolas deverá ocorrer como conhecimento e direcionamento dos movimentos corporais, auxiliando no processo de aquisição das qualidades físicas de base e contribuindo para o crescimento e desenvolvimento dos escolares.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. As partes interessadas com maior poder e interesse não devem ser identificadas em nenhum momento no projeto, pois existe o risco de pedirem requisitos a serem incorporados ao projeto.
II. O gerenciamento de custos inclui os esforços para elaborar um orçamento em um projeto.
Marque a alternativa CORRETA:
FRIGORÍFICOS
Por Bloomberg Brasil
Publicado em 16 de dezembro de 2019
A fabricante de hambúrgueres veganos Beyond Meat dominou o noticiário este ano de 2019 com uma estreia de enorme sucesso no mercado financeiro e uma vertiginosa valorização de 200% sobre suas ações.
Mas os frigoríficos Minerva e JBS não estão muito atrás. Até empresas americanas prejudicadas pela guerra comercial com a China, como a Tyson Foods, recentemente tiveram os maiores ganhos nas ações em anos.
Por trás da disparada nos preços das ações dessas empresas está a escassez de proteína animal na Ásia, onde a demanda por importações de carne suína, bovina e de frango aumentou. A peste suína africana está dizimando rebanhos da China ao Vietnã, provocando situações que vão afetar o comércio de carne por anos.
Enquanto a oferta de carne nos Estados Unidos bate recordes, a demanda por lá também começa a dar sinais de aceleração. Os preços do presunto naquele país estão próximos aos maiores níveis sazonais devido à forte procura externa, elevando os preços da carne de porco. Empresas como a Tyson Foods, com sede em Springdale, Arkansas, relatam interesse “extremo” de compradores chineses por carne de frango, após a suspensão de uma proibição que vigorou por vários anos.
A demanda doméstica por carne também é robusta nos Estados Unidos, à medida que o consumo desse alimento aumenta junto com a renda dos consumidores norte americanos, explicou Mike Sands, dono da consultoria MBS Research, sediada em Memphis.
O movimento ainda tem fôlego, de acordo com Heather Jones, analista de renda variável e proprietária da Heather Jones Research. Cerca de 8% do volume mundial de proteína foi exterminado pela peste suína e a oferta deve chegar ao ponto mínimo no primeiro semestre de 2020.
O salto das ações de empresas de proteína animal coincide com o avanço de negócios de imitação de carne. Em novembro de 2019, as vendas de alternativas à carne subiram 40% com a chegada de mais produtos aos supermercados, de acordo com dados da firma de pesquisas IRI.
Embora substitutos à base de plantas representem apenas 1% do mercado de carne dos Estados Unidos, que movimenta US$ 86 bilhões, as vendas podem chegar a US$ 15 bilhões nos próximos cinco a sete anos, segundo a empresa Hormel Foods, que lançou uma linha própria.
Por ora, as empresas tradicionais não parecem temer a perda de clientes. Além do movimento causado pela peste suína, a expansão da população global significa que a produção de alimentos precisa aumentar 70% até 2050, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês). O aumento da renda geralmente significa aumento do consumo de proteína.
Nos Estados Unidos, os frigoríficos também se beneficiaram após um incêndio atingir uma unidade da Tyson Foods em agosto de 2019. Assim, com a capacidade reduzida, criou-se um excesso de animais vivos, o que derrubou os preços do gado. Paralelamente, compradores de carne bovina entraram em pânico com a perspectiva de escassez desse alimento e aceitaram pagar mais caro por ele. Assim, as margens de lucro dos frigoríficos bateram recordes.
Nos Estados Unidos, quatro empresas dominam o segmento de processamento de carne bovina e o Departamento de Agricultura daquele país iniciou uma investigação sobre concorrência desleal.
“As margens dos frigoríficos melhoraram até que fez sentido economicamente funcionar agressivamente não apenas durante a semana, mas também aos sábados”, disse Mike Sands, da MBS. “As margens da carne bovina têm sido muito boas, mas isso é necessário para impedir que o setor fique com gado sem condições.”
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/38SoAeV.
Com base no texto 'FRIGORÍFICOS', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que mais de 16% do volume mundial de proteína foi exterminado pela peste suína e a oferta desse alimento deve chegar ao ponto mínimo no segundo semestre de 2020. Como consequência dessa redução na oferta, os preços da carne bovina, da carne suína e do frango devem sofrer um aumento da ordem de até 200% em alguns países, inclusive no Brasil, afirma o autor.
II. O autor afirma que, embora substitutos à base de plantas representem apenas 1% do mercado de carne dos EUA, que movimenta US$ 86 bilhões, as vendas podem chegar a US$ 15 bilhões nos próximos cinco a sete anos, segundo a empresa Hormel Foods.
III. De acordo com o texto, em 2019, a fabricante de hambúrgueres veganos Beyond Meat dominou o noticiário com uma estreia de enorme sucesso no mercado financeiro e uma vertiginosa valorização de 500% sobre suas ações. O texto afirma, ainda, que na perspectiva de Mike Sands, presidente dessa empresa de alimentos, a supervalorização das suas ações se deve à redução na oferta de carne por parte dos produtores asiáticos.
Marque a alternativa CORRETA: