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Analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Não é necessário prever espaços para lançamento do concreto e utilização de vibradores.
( ) A principal Norma Brasileira que disciplina o projeto de pontes de concreto armado é a NBR‐7187/87 – Projeto e Execução de Pontes de Concreto Armado e Protendido.
( ) Os desenhos devem ser em formato normalizado e escala adequada, contendo todos os elementos necessários à execução da obra, e estar condizentes com os cálculos.
( ) Os desenhos de armação devem indicar: tipo de aço, quantidade, bitola, forma, posição e espaçamento das barras ou cabos.
( ) Deve‐se indicar: tipo de emendas ou ganchos, raios mínimos de dobramento e raios mínimos de cobrimento.
A sequência está correta em
Para projetos de muros de arrimo com contrafortes, com altura maior ou igual a 6,0 m, existem algumas recomendações para facilitar os cálculos. Com base no trecho anterior, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Colocar contrafortes nas duas extremidades.
( ) Colocar contrafortes a cada 50% de H, para que a parede vertical seja considerada no cálculo como armada em uma única direção.
( ) O cálculo da laje de fundo será feito em uma única direção, com viga contínua, apoiada nos contrafortes, com cargas de concreto, solo e reação do terreno.O balanço será calculado com a reação do terreno.
A sequência está correta em
Viva a dona Maria
Pesquisas confirmam que a mulher é melhor ao volante que o homem.
De acordo com um estudo feito pelo professor de estatística David Duarte Lima, da Universidade de Brasília, a proporção de mortes em decorrência de acidentes de trânsito é de quatro homens para uma mulher. Cerca de 80% das ocorrências graves são causadas por imprudência. Incluem-se aqui aquelas práticas execráveis como dirigir embriagado, abusar da velocidade e andar colado ao veículo da frente. “Esse é o comportamento típico de homens que começam a dirigir”, afirma o psicólogo Salomão Rabinovich, diretor do Centro de Psicologia Aplicada ao Trânsito, Cepat, de São Paulo. Para a maioria dos marmanjos, o carro é uma continuidade de seu próprio ser, uma forma de afirmar a virilidade. Por isso mesmo, as campanhas publicitárias enfatizam tanto o papel do automóvel como um instrumento de sedução. Ao pisar fundo, eles se sentem mais potentes, mais desejáveis. As mulheres, por seu turno, costumam ter apenas uma visão utilitária do automóvel. Isso não impede, no entanto, que elas também extravasem suas neuroses ao volante. “Em geral, as mulheres são muito fominhas quando estão na direção”, admite a piloto de corridas Valéria Zoppello.
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/101199/p_210.html. Acesso em: 20/04/2014.)