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457941200399364
Ano: 2014Banca: CISLIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Farmacologia e SaúdeTemas: Farmacologia Geral | Tecnologia Farmacêutica

Uma base emulsionada é preparada com duas ceras autoemulsionáveis, água purificada e conservantes. As operações farmacêuticas responsáveis pela emulsificação são:

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2

457941201547110
Ano: 2014Banca: CISLIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Farmacologia e SaúdeTemas: Farmacologia Geral | Tecnologia Farmacêutica
Um creme do tipo O/A veicula um princípio ativo (P.A.) altamente solúvel em óleo e facilmente oxidável. Para se estabilizar esse P.A., deve-se utilizar um antioxidante que seja solúvel, em sua maior parte:
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3

457941200081550
Ano: 2015Banca: FAFIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Termos Integrantes da Oração
Texto associado
Os professores da rede municipal de São Paulo estão em greve há mais de um mês. E nesta terça-feira, dia 27, realizam mais uma manifestação, desta vez na Avenida Paulista. O blog pediu para que a professora Nelice Pompeu, há 13 anos na rede, escrevesse sobre os motivos da paralisação dos professores e demais profissionais da educação.

‘Professores em greve também educam’, defende professora da rede municipal de SP 

     A luta por um ensino público de qualidade sempre foi uma bandeira defendida por todos os partidos, principalmente nas épocas que antecedem as eleições. Nesses períodos, nós professores somos lembrados e admirados, com discursos de valorização e reconhecimento, mas que infelizmente não se concretizam, ficam só na promessa. Por isso, professores estão se organizando em movimentos, que avançam em todas as regiões do país, num só coro que clama pela EDUCAÇÃO. Para uns teóricos, que adoram dar “pitaco” no ensino público, sem ao menos conhecer a nossa realidade, pode parecer até discurso de vitimização. Mas como professora há 23 anos, garanto: a educação pede socorro e seus educadores também! 
     Os reflexos desse descaso estão bem evidentes. A sociedade inteira acaba sendo prejudicada. Lembrando que a escola pode ser pública, mas não é gratuita. Quando tentamos sair dessa invisibilidade, indo para as ruas como uma forma de educar e chamar a atenção, somos criticados numa visão limítrofe, como se estivéssemos lutando apenas por questões salariais. Nossa luta é muito mais ampla! Não fazemos greve para prejudicar os alunos nem as famílias. Greve é uma situação limite. Ela acontece quando todos nossos esforços de diálogos foram esgotados, sem resultado. É difícil para todos os lados. 

    Costumamos até ser bem tolerantes. Nossa criatividade e dedicação fazem com que superemos muitas dificuldades, porém chega um momento em que é importante mostrar a verdadeira face. Não aquela presente nas propagandas, onde tudo funciona maravilhosamente bem! 
      No ano passado, os Kits de materiais dos alunos da rede municipal de São Paulo foram entregues apenas em novembro. Quantas vezes eu e colegas tivemos que comprar material escolar com nosso próprio salário para dar continuidade ao trabalho e não prejudicar os alunos. Neste ano, o material encaminhado é totalmente inadequado para a Educação Infantil, no absurdo de enviarem até um caderno universitário pautado para crianças pequenas. Fora a redução dos itens que compõem o Kit. Nos Centros de Educação Infantil (CEIs), criaram “agrupamentos mistos”, com crianças de diferentes faixas etárias no mesmo grupo para atender a demanda por vaga em creche na cidade. As professoras também não têm direito a intervalo, como os demais profissionais.
     Diante das dificuldades, fica inviável um trabalho pedagógico de qualidade, como nossos alunos merecem. Afinal, a escola não é um depósito de crianças. Precisamos de condições de trabalho como qualquer outro profissional para exercermos nossas funções. No ensino fundamental, as horas de estudo e preparação de aulas dos professores foram substituídas pelo Sistema de Gestão Pedagógica, que funciona como um diário eletrônico. Este aplicativo apresenta muitos problemas técnicos e estruturais, perdendo totalmente a sua função.
      Em condições adversas, os professores continuam perdendo a saúde. As longas jornadas de trabalho e a problemática da violência nas escolas fazem com que os profissionais de educação adoeçam, e até agora nenhum programa da Prefeitura propôs acompanhar essa questão, buscando minimizá-la. Pelo contrário, são criados mecanismos para punir o absenteísmo, como o PDE, que ainda é chamado de “Prêmio por Desenvolvimento Educacional”. Por isso, a necessidade de lutar se fez necessária!

    A revolta é tanta, que muitos colegas, chegaram ao cúmulo de expor seus holerites nas redes sociais, para que a população tenha acesso à verdade. Além disso, muitas das nossas reivindicações não envolvem impacto orçamentário, mas mesmo assim não há negociação, não há boa vontade do governo em querer negociar.
     A situação de greve não nos agrada também. O período é de incertezas e medo. O governo atual do PT, partido que surgiu das greves, ao invés de negociar e dialogar com a categoria, utiliza de mecanismos intimidatórios. Muitos grevistas terão o ponto cortado, o que significa que ficarão sem salário neste mês. Do que adianta, nessas horas de impasse, o discurso que escola de qualidade se faz com profissionais não apenas bem remunerados, mas principalmente por profissionais motivados, seguros e com uma estrutura que lhes possibilite transmitir o que lhes foi confiado, ir na contramãos de certas atitudes? Nós profissionais da educação, mais do que ninguém, torcemos para que essa situação termine logo. Provavelmente as aulas perdidas serão repostas, e nenhum aluno será prejudicado. Estamos empenhados na luta por uma educação pública de qualidade, que forme cidadãos críticos e responsáveis. Para que isso aconteça, precisamos contar com o apoio e respeito de todos.

Nelice Pompeu tem 41 anos. É professora há 23 anos, já foi da rede estadual e há 13 anos é docente na Prefeitura. Atua na educação infantil e no primeiro ciclo do ensino fundamental.

Disponível em: http://educacao.estadao.com.br/blogs 
Na oração: “A situação de greve não nos agrada também”, o pronome pessoal oblíquo funciona como objeto:
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4

457941200478576
Ano: 2014Banca: CISLIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia do Paraná
As principais rodovias de acesso ao Litoral Paranaense são:
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5

457941201801095
Ano: 2015Banca: FAFIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Receita Pública: Orçamentária e Extraorçamentária | Receitas e Despesas Públicas | Despesa Pública: Orçamentária e Extraorçamentária
As operações que correspondem às originadas de fatos que afetam o patrimônio público, em decorrência, ou não, da execução de orçamento, podendo provocar alterações qualitativas ou quantitativas, efetivas ou potenciais, segundo os conceitos aplicados à entidades do setor público, são classificadas em:
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457941202077726
Ano: 2015Banca: FAFIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Estrutura Político-Administrativa do Estado | Estrutura dos Municípios
A respeito dos Municípios, de acordo com o disposto na Constituição Federal, é CORRETO afirmar que:
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7

457941200441394
Ano: 2015Banca: FAFIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia do Paraná
As exportações de grãos no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, cresceram 20% no primeiro trimestre de 2014 em comparação ao mesmo período de 2013. Os dados foram divulgados pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Quais produtos lideram a exportações do Porto de Paranaguá?
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8

457941201014219
Ano: 2014Banca: CISLIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Serviço e Atendimento ao CidadãoTemas: Dinâmica da Comunicação | Comunicação em Atendimento ao Cliente
Assinale a alternativa incorreta:
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9

457941200690020
Ano: 2014Banca: CISLIPAOrganização: CISLIPADisciplina: TelecomunicaçõesTemas: Sistemas de Transmissão e Modulação; Redes de Acesso e Infraestrutura | Sistemas de Comunicação por Rádio
Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira, após assinale a alternativa com a sequência
exata das respostas, no que se refere aos significados das comunicações via rádio, através de códigos:

(1) QAP   ( ) A caminho do local.
(2) QRM  ( ) Estou na escuta.
(3) QRV  ( ) Tudo entendido.
(4) QTI    ( ) Estou à disposição.
(5) QSL   ( ) Ruído na comunicação.
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10

457941200092953
Ano: 2015Banca: FAFIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Administração em Saúde | Gestão em Enfermagem
Segundo a NBR 14561, disposto no item 2.1 da Portaria nº. 2.048/02, cujo conteúdo adéqua veículos utilizados no transporte de viajantes enfermos ou suspeitos, foram divididos os transportes em 8 categorias:

TIPO A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo.

TIPO B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no local e/ou durante transporte até o serviço de destino.

TIPO C – Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de
salvamento (terrestre, aquático e em alturas). 

TIPO D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos.Deve contar com os equipamentos médicos necessários para esta função.

TIPO E – Aeronave de Transporte Médico: aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para transporte inter-hospitalar de pacientes e aeronave de asa rotativa para ações de resgate, dotada de equipamentos médicos homologados pelo Departamento de Aviação Civil – DAC.

TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, destinado ao transporte por via marítima ou fluvial. Deve possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento de pacientes conforme sua gravidade.

Veículos de Intervenção Rápida – Estes veículos, também chamados de veículos leves, veículos rápidos ou veículos de ligação médica são utilizados para transporte de médicos com equipamentos que possibilitam oferecer suporte avançado de vida nas ambulâncias do Tipo A, B, C e F.

Outros Veículos – Veículos habituais adaptados para transporte de pacientes de baixo risco, sentados (por exemplo, pacientes crônicos) que não se caracterizem como veículos tipo lotação (ônibus, peruas etc.). Este transporte só pode ser realizado com anuência médica.

Na ambulância TIPO D (Suporte Avançado), qual dos itens, a seguir, NÃO será encontrado?
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