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457941201292955
Ano: 2022Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Medicina Respiratória
O tabagismo é uma doença que deve ser tratada sempre que possível. Com relação ao tratamento do tabagismo, é correto afirmar que: 
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2

457941200394058
Ano: 2015Banca: CEPUERJOrganização: UERJDisciplina: Legislação FederalTemas: Lei de Direitos Autorais
Segundo a legislação de direito autoral brasileira, no caso da realização de uma exposição de artes plásticas com peças de artistas vivos de uma coleção particular, os direitos correspondentes ao colecionador e ao artista são:
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3

457941200343896
Ano: 2014Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: Química GeralTemas: Elementos Químicos e Tabela Periódica | Reações Químicas | Funções Oxigenadas: Cetona, Aldeído, Éter, Éster, Ácido Carboxílico | Química Orgânica
A vanilina é a substância responsável pelo aroma de baunilha presente na composição dedeterminados vinhos. Este aroma se reduz, porém, à medida que a vanilina reage com o ácidoetanoico, de acordo com a equação química abaixo. A substância orgânica produzida nessa reação altera o aroma do vinho, pois apresenta um novo grupamento pertencente à função química denominada:
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4

457941201279453
Ano: 2023Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: Linguagem Brasileira de Sinais (Libras)Temas: Abordagens Educacionais para Surdos | Educação de Surdos
A pedagogia visual é uma área do conhecimento que procura acompanhar os avanços tecnológicos e sociais, estando atenta às tendências da chamada sociedade da visualidade. As pessoas surdas são essencialmente visuais e, para que o aluno surdo apreenda com sucesso os conceitos ensinados, é necessário utilizar: 
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5

457941201024936
Ano: 2015Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: Física GeralTemas: Sistemas de Medição | Fundamentos Essenciais
O número de bactérias em uma cultura cresce de modo análogo ao deslocamento de uma partícula em movimento uniformemente acelerado com velocidade inicial nula. Assim, pode-se afirmar que a taxa de crescimento de bactérias comporta-se da mesma maneira que a velocidade de uma partícula.


Admita um experimento no qual foi medido o crescimento do número de bactérias em um meio adequado de cultura, durante um determinado período de tempo. Ao fim das primeiras quatro horas do experimento, o número de bactérias era igual a 8 × 105.

Após a primeira hora, a taxa de crescimento dessa amostra, em número de bactérias por hora,foi igual a:

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6

457941200379802
Ano: 2015Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: BiologiaTemas: Genética e Diversidade Biológica | Princípios de Mendel
Em algumas raças de gado bovino, o cruzamento de indivíduos de pelagem totalmente vermelha com outros de pelagem totalmente branca produz sempre indivíduos malhados, com pelagem de manchas vermelhas e brancas.


Admita um grupo de indivíduos malhados, cruzados apenas entre si, que gerou uma prole de 20 indivíduos de coloração totalmente vermelha, 40 indivíduos com pelagem malhada e 20 indivíduos com coloração inteiramente branca.

O resultado desse cruzamento é exemplo do seguinte fenômeno genético:

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7

457941201751973
Ano: 2015Banca: CEPUERJOrganização: UERJDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Introdução à Lógica | Proposições e Operadores Lógicos
Leia a proposição a seguir: 

"Se João passar no concurso, então ele viajará para a Europa. "

Assim, pode-se concluir que:
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8

457941200379558
Ano: 2025Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Regime Jurídico Administrativo | Processo Administrativo - Leis 9.784/1999 e 14.210/2021
Texto associado
Considerando a lei nº 5.427/09, que estabelece normas sobre atos e processos administrativos no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, responda à questão.
Um servidor da UERJ está respondendo a processo administrativo em razão de ter supostamente cometido infrações funcionais. Nesse caso, o servidor deverá ser intimado para se manifestar sobre todo os atos, bem como todas as alegações contidas no processo, assegurando sua efetiva participação. Essa descrição corresponde ao princípio do(a): 
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9

457941202065362
Ano: 2015Banca: CEPUERJOrganização: UERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

                                                   Ciao

      Há 64 anos, um adolescente fascinado por papel impresso notou que, no andar térreo do prédio onde morava, um placar exibia a cada manhã a primeira página de um jornal modestíssimo, porém jornal. Não teve dúvida. Entrou e ofereceu os seus serviços ao diretor, que era, sozinho, todo o pessoal da redação. O homem olhou-o cético e perguntou:

      – Sobre o que pretende escrever?

      – Sobre tudo. Cinema, literatura, vida urbana, moral, coisas deste mundo e de qualquer outro possível.

      O diretor, ao perceber que alguém, mesmo inepto, se dispunha a fazer o jornal para ele, praticamente de graça, topou. Nasceu aí, na velha Belo Horizonte dos anos 20, um cronista que ainda hoje, com a graça de Deus e com ou sem assunto, comete as suas croniquices.

      Comete é tempo errado de verbo. Melhor dizer: cometia. Pois chegou o momento deste contumaz rabiscador de letras pendurar as chuteiras (que na prática jamais calçou) e dizer aos leitores um ciao-adeus sem melancolia, mas oportuno.

      Creio que ele pode gabar-se de possuir um título não disputado por ninguém: o de mais velho cronista brasileiro. Assistiu, sentado e escrevendo, ao desfile de 11 presidentes da República, mais ou menos eleitos (sendo um bisado), sem contar as altas patentes militares que se atribuíram a esse título. Viu de longe, mas de coração arfante, a Segunda Guerra Mundial, acompanhou a industrialização do Brasil, os movimentos populares frustrados, mas renascidos, os ismos de vanguarda que ambicionavam reformular para sempre o conceito universal de poesia; anotou as catástrofes, a Lua visitada, as mulheres lutando a braço para serem entendidas pelos homens; as pequenas alegrias do cotidiano, abertas a qualquer um, que são certamente as melhores.

      Viu tudo isso, ora sorrindo, ora zangado, pois a zanga tem seu lugar mesmo nos temperamentos mais aguados. Procurou extrair de cada coisa não uma lição, mas um traço que comovesse ou distraísse o leitor, fazendo-o sorrir, se não do acontecimento, pelo menos do próprio cronista, que às vezes se torna cronista do seu umbigo, ironizando-se a si mesmo antes que outros o façam.

      Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.

      Com esse espírito, a tarefa do croniqueiro estreado no tempo de Epitácio Pessoa (algum de vocês já teria nascido nos anos a.C. de 1920? Duvido.). Não foi penosa e valeu-lhe algumas doçuras. Uma delas ter aliviado a amargura de mãe que perdera a filha jovem. Em compensação, alguns anônimos e inominados o desancaram, como a lhe dizerem: “É para você não ficar metido a besta, julgando que seus comentários passarão à História”. Ele sabe que não passarão. E daí? Melhor aceitar as louvações e esquecer as descalçadeiras.

      Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional. As duas grandes casas do jornalismo brasileiro ele se orgulha de ter pertencido – o extinto Correio da Manhã, de valente memória, e o Jornal do Brasil, por seu conceito humanístico da função da Imprensa no mundo. Quinze anos de atividade no primeiro e mais 15, atuais, no segundo, alimentarão as melhores lembranças do velho jornalista.

      E é por admitir esta noção de velho, consciente e alegremente, que ele hoje se despede da crônica, sem se despedir do gosto de manejar a palavra escrita, sob outras modalidades, pois escrever é sua doença vital, já agora sem periodicidade e com suave preguiça. Ceda espaço aos mais novos e vá cultivar o seu jardim, pelo menos imaginário.

      Aos leitores, gratidão, essa palavra-tudo.

                                               Carlos Drummond de Andrade

(Jornal do Brasil, 29/09/1984)

A ironia é um recurso linguístico observado nesse texto. É possível percebê-la no fragmento:
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10

457941200183218
Ano: 2024Banca: UERJOrganização: UERJDisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Gestão de Serviços de Alimentação | Tecnologia em UAN | Atuação do Nutricionista em UAN
A portaria interministerial nº 10/2021 institui uma lista de espécies nativas da sociobiodiversidade que possuem valor alimentício e podem ser ofertadas por serviços de alimentação, inclusive RUs. Considerando os alimentos constantes na portaria citada, no caso de uma UAN localizada na cidade do Rio de Janeiro, as preparações que contribuem para a valorização de alimentos da sociobiodiversidade do estado do Rio de Janeiro incluem:
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