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O sujeito surdo tem sua identidade e cultura representada por meio de uma língua visual, a língua de sinais, em que as percepções do mundo são marcadas pelas experiências visuais. Portanto, a legislação brasileira pondera o surdo como um sujeito bilíngue, considerando que:
Num grupo de 60 técnicos administrativos, 31 deles realizam entrega de correspondências, 35 executam serviços de cadastro e 14 executam as duas funções. Assim, o número de técnicos que não entregam correspondências e não executam serviços de cadastro é igual a:
Um servidor público do Município de Campo Grande (MS) que tenha sido exonerado, mas que estava em débito com o erário municipal, terá um prazo para quitar seu débito de:
Contemporaneamente, sob a hegemonia do capital financeiro, a manifestação da questão social é mais do que a expressão da pobreza, miséria e exclusão. Dessa forma, a radicalidade da alienação atestada sob o predomínio do capital fetiche é a:
A Norma Operacional Básica (NOB/SUAS 2012) estabelece que universalidade, gratuidade, integralidade da proteção social, intersetorialidade e equidade compõem seu conjunto de:
No que diz respeito ao hardware, existem dispositivos que são integrados à configuração dos microcomputadores para operarem exclusivamente na saída dos dados processados. Em uma categoria oposta, existem outros dispositivos que operam exclusivamente na entrada dos dados a serem processados por essas máquinas. Exemplos de cada uma dessas categorias são, respectivamente:
No âmbito do controle social, os eventos que devem ser realizados periodicamente para discutir as políticas sociais de cada esfera e propor ação são:
A Lei Maria da Penha, Lei nº 11.340/2006, define que, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, o juiz pode, em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal, decretar ao agressor:
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A prata é pior do que o bronze?
Daqui a uma semana os Jogos Olímpicos de Inverno começam em Pequim. Cerca de 3.000 atletas disputarão a competição mais importante de suas vidas. Poucos serão campeões, a maioria não subirá no pódio, e isso faz parte do esporte.
Não sei se você já reparou que, na entrega de medalhas, o terceiro lugar geralmente está sorrindo, enquanto a expressão do segundo colocado às vezes é de decepção. Por que a prata é vista por muitos competidores como sendo pior do que o bronze? Há anos, especialistas tentam explicar essa questão.
A resposta pode estar na cara, literalmente. Uma das pesquisas mais relevantes foi publicada em 1995 no Journal of Personality and Social Psychology.
O professor de psicologia Thomas Gilovich e seus colegas gravaram a reação de medalhistas de prata e de bronze durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992 — quando os atletas descobriram suas colocações e na cerimônia de premiação. Depois, mostraram o vídeo a estudantes sem revelar as posições finais. A análise foi a de que, em geral, quem levou o bronze estava mais satisfeito.
Os pesquisadores também entrevistaram mais de cem medalhistas em uma competição amadora nos Estados Unidos e pediram que eles qualificassem a própria performance. Os que ficaram em terceiro pareciam mais felizes e aliviados por estarem no pódio, enquanto os vice-campeões se sentiam derrotados porque se compararam aos primeiros colocados. A sensação era a de que não ganharam a prata, mas, sim, perderam o ouro.
Outra pesquisa de 2006 na mesma publicação analisou a expressão facial de medalhistas de ouro, prata e bronze e dos que terminaram em quinto lugar na competição olímpica de judô em Atenas - 2004. Os terceiros colocados tinham um sorriso mais espontâneo, o que significa usar músculos da face que deixam os olhos apertados e geram os "pés-de-galinha". A reação dos medalhistas de prata, segundo aos autores, mostrou que eles estavam apenas sendo educados, não felizes. O famoso sorriso amarelo.
Um estudo feito pela London School of Economics após os Jogos Paraolímpicos de Londres de 2012 revelou resultados parecidos. Respostas emocionais influenciadas pelo que poderia ter acontecido, não pelo que de fato ocorreu. A margem da performance também era relevante: psicologicamente, ganhar a prata por pouco, em vez do bronze, seria menos decepcionante.
É possível ter empatia em situações cotidianas. Há quem fique feliz com o aumento de salário, mas talvez se desanime ao saber que o colega de escritório ganhou um ainda maior. Quem quer perder cinco quilos e emagrece seis comemora, mas, se a ideia era perder dez quilos e são cinco a menos na balança, a sensação pode ser de derrota.
Muitas vezes, O ser humano se diminui quando se compara, ou quando pensa no que poderia ter feito. Todos, em uma escala maior ou menor, já passaram por isso.
Em competições que envolvem disputa de terceiro lugar, o medalhista de bronze vem de uma vitória, enquanto o de prata, de uma derrota. No esporte, há várias formas de lidar com um segundo lugar. Alguns atletas transformam a decepção em combustível para treinar mais duro e tentar vencer na próxima. Outros reconhecem e apreciam o tamanho do feito que conquistaram após anos de dedicação. Mais uma lição que os Jogos Olímpicos nos ensinam sobre as emoções humanas.
Marina lIzidro
(Folha de São Paulo, 29 de janeiro de 2022)
Em “Muitas vezes, o ser humano se diminui quando se compara, ou quando pensa no que poderia ter feito.”, a expressão “muitas vezes” tem o valor de:
A legislação vigente da Política Nacional do Idoso define como competência dos conselhos nacional, estaduais e municipais do idoso a sua: