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457941201151904
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Informática BásicaTemas: Malware | Segurança da Informação
Pragas virtuais são softwares maliciosos que têm como objetivo prejudicar o usuário realizando ações indesejadas. Acerca desse tema, considere os conceitos a seguir:

I Programa que recolhe informações do usuário de forma ilícita e as envia para terceiros.
II Programa que consegue se replicar automaticamente sem a necessidade de infectar outros arquivos, apenas executando suas próprias cópias.
III Programa que infecta outros arquivos e programas e se propaga dependendo da execução destes.

Considerando seus conhecimentos sobre pragas virtuais, os itens I, II e III explicitam, respectivamente, os conceitos de
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457941200728426
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Medicina Respiratória

Criança, 10 anos, portadora de Asma Brônquica, apresenta chiado ou tosse 3 vezes por semana, com necessidade de uso de broncodilatador nessas ocasiões. Não apresenta limitação de atividades e nem despertares noturnos.


A classificação dessa paciente de acordo com os níveis de controle da asma é

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3

457941201450574
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Lei Brasileira de Inclusão (Estatuto da Pessoa com Deficiência)Temas: Direito à Saúde | Direito à Vida | Acesso à Justiça para Pessoas com Deficiência | Direitos Fundamentais da Pessoa com Deficiência | Igualdade Legal
O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e o novo modelo da teoria das incapacidades, baseado em convenções internacionais, inspiraram a promoção de alterações no Código Civil e a mudança de paradigma para tudo o que se refere ao tema direito civil e capacidade civil. Dentre as consequências mais evidentes dessas alterações de entendimento, está
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457941200850544
Ano: 2014Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: BiologiaTemas: Princípios de Mendel | Genética e Diversidade Biológica
Mendel lançou a base da genética moderna contribuindo de forma significativa para a compreensão dos processos que envolvem a hereditariedade. Nesse sentido, afirmou que os padrões hereditários
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457941200561791
Ano: 2014Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Questões Sociais
No Brasil, o aumento da população de rua tem chamado a atenção das autoridades, dos estudiosos e da sociedade em geral no que diz respeito aos motivos que levam esses grupos populacionais a ocuparem o espaço público como local de moradia e convivência.

Os motivos que levam indivíduos e grupos a residirem nas ruas são:
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457941200170199
Ano: 2014Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Informática BásicaTemas: Sistemas Operacionais | Microsoft Windows
O Windows 7 permite organizar os programas e arquivos de forma estruturada no disco rígido. Conceitualmente cada arquivo fica localizado em um(a)
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457941201761610
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Direito FinanceiroTemas: Despesa Pública | Despesas com Pessoal e Restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal
A Lei de Responsabilidade Fiscal é elemento fundamental na administração das contas públicas, limitando os gastos que podem ser feitos pela Prefeitura e estabelecendo critérios de transparência e de controle em relação às despesas municipais. Nesse condão, a lei de responsabilidade fiscal veda
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457941201768156
Ano: 2014Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Educação Pré-Escolar | Processo de Alfabetização e Letramento | Ensino de Língua Portuguesa | Temas Pedagógicos
As práticas pedagógicas fundamentadas na perspectiva de construção do conhecimento desenvolvem o ensino e a aprendizagem da língua escrita valorizando a relação entre alfabetização e letramento. No entanto, algumas compreensões equivocadas dessa perspectiva resultam em ações reducionistas, que dissociam esses dois processos. Nesse sentido, Val (2006, p. 23) afirma: “É possível encontrar pessoas que passaram pela escola e são alfabetizadas, mas não são letradas".

Consideram-se pessoas alfabetizadas, mas não letradas:
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9

457941200051216
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Pontuação | Sintaxe | Emprego da Vírgula

Lembrar é essencial

Marcia Tiburi


      O homem é o animal que lembra. Podemos dizer isso tendo em conta que não haveria, de um modo geral, a cultura sem o trabalho da memória. Definir o que é a memória, porém, não é fácil. Os cientistas tentam explicá-la afirmando seu funcionamento físico-químico em nível cerebral. Os historiadores criam suas condições gráficas por meio de documentos e provas. Definem, com isso, uma linguagem compreensível sobre o que ela seja: o que podemos chamar de “campo da memória”. Os artistas e escritores tentam invocar seus subterrâneos, aquilo que, mesmo sem sabermos, constitui nosso substrato imagético e simbólico. Mas o que é a memória para cada um de nós que, em tempos de excesso de informação, de estilhaçamento de sentidos, experimenta o fluxo competitivo do cotidiano, a rapidez da vida, como se ela não nos pertencesse? Como fazemos a experiência coletiva e individual da memória? É possível lembrar? Lembrar o quê? Devemos lembrar? Se esta pergunta é possível, a contrária também tem validade: haverá algo que devamos esquecer?

     Para os antigos gregos, Mnemósyne era a “deusa da memória, a mãe das nove musas” que inspiravam os poetas, os músicos, os bailarinos. Seu simbolismo define que a memória precisa ser criada pelas artes. Numa civilização oral como foi a grega, nada m ais compreensível do que uma divinização da memória. A memória é a mãe das artes, tanto quanto nelas se reproduz, por meio delas é que mantém sua existência. Por isso, ela presidia a poesia, permitindo ao poeta saber e dizer o que os humanos comuns não sabiam. Que a memória seja mãe das musas significa que a lembrança é a mãe da criatividade. Mas de que lembrança se está tratando?

     Para além da mitologia, na filosofia, distinguiam-se dois modos de rememoração: Mneme, espécie de arquivo disponível que se pode acessar a qualquer momento, e Anamnese ou a memória que está guardada em cada um e que pode ser recuperada com certo esforço. A primeira envolve um registro consciente, enquanto a segunda manifesta o que há de in consciente na produção de nossas vidas, ou seja, o que nos constitui sem que tenhamos percebido que nos aconteceu, que se forjou por nossa própria obra.

        A memória era a deusa que permitia a conexão com os mortos, com o que já foi, com o que poderia ter sido, com o que, para sempre, não mais nos pertence desde que, com ele, não partilhamos o tempo.

      O atual modo de vida, pleno de elementos descartáveis, não privilegia a memória. O que se chama “consumismo” tem relação direta com o abandono e o descaso com a memória. Descarta-se tudo, de objetos de uso doméstico a amigos, de roupas a amores. O projeto ecologista da reciclagem é, de certo modo, um trabalho de memória. Na apressada vida urbana, vige a regra de que tudo passa, o encanto pertence apenas à novidade, tudo vira lixo instantaneamente. A fungibilidade, a capacidade de trocar, é universal. Se tudo o que existe deve ser descartado, significa que sua existência não faz muita diferença. Esquecer, assim, ou elevar o esquecimento a esta lei, é algo perverso.

       Esse gesto tem, porém, uma estranha e maléfica compensação. Numa cultura em que esquecer é a lei, ressentir é inevitável. O ressentimento é a incapacidade de esquecer, impossibilidade de deixar de lado, de abandonar o verdadeiro lixo, ou, em outros termos, o passado com o que, nele, foi espúrio. Ressentimos porque não somos capazes de ver além, carregamos o sofrimento como gozo, ou seja, como o que, contraditoriamente, nos faz bem. 

     Por outro lado, o ressentimento é movido pela culpa de ter abandonado algo qu e, injustiçado, tempos depois, reclama sua volta. O ressentimento é um mal por ser fruto da culpa. A culpa, por sua vez, é como uma doença contagiosa da qual a humanidade inteira foi vítima, e ainda é, enquanto não aprende a compreender e aceitar suas próprias escolhas. A esta capacidade chama-se hoje responsabilidade. Mas, mesmo com a responsabilidade, é preciso tomar cuidado para que ela não seja um mero disfarce da culpa que ainda não eliminamos. Responsabilidade só é possível quando há solidariedade. Quando nos responsabilizamos, não apenas por nossas vidas e atos, mas percebemos que somos apenas parte da vida e que muitas de nossas escolhas são coletivas.

    Nietzsche, filósofo que morreu em 1900, dizia que a memória tinha vantagens e desvantagens na vida. É certo que quem quiser viver bem, quem almejar de algum modo ser feliz, deverá provar o equilíbrio entre lembrar e esquecer. Temos, neste momento, um problema de distinção: o que devemos esquecer, o que devemos lembrar? Na busca de um meio termo, mais vantajoso será guardar o que nos traz bons afetos ou alegria e descartar o que nos traz maus sentimentos, ou tristezas. Motivos para a infelicidade não faltam a quem quiser olhar para a história humana e a história pessoal. Mas, enquanto a memória histórica nos faz bem, pois nos mostra o que se passou para chegarmos até aqui, a memória pessoal faz o mesmo, mas ela só tem sentido se conectada à memória coletiva. Para poder buscar a alegria de viver, é preciso olhar para a frente, para o futuro, e reinventar a vida a cada dia. É essa invenção do presente que nos dará, no futuro, um passado do qual tenhamos prazer em lembrar. Viver do passado ou no passado só prejudica o presente no qual elaboramos o que será amanhã o passado. 

      Diante do trauma, da lembrança que ficou recalcada em substratos profundos de nossa inconsciência, que define o ser e o agir em sociedades inteiras, como o que foi vivido em catástrofes como a nazista, a do Vietnã, a da colonização e escravização no Brasil, e tantas que conhecemos nas vidas pessoais e familiares, esquecer torna-se um remédio contra o sofrimento. Mas esquecer não é apagar o que se viveu de modo abstrato, muitas vezes é justamente pela “rememoração” que nos lembramos. Por isso, contar histórias, fazer arte, ou seja, deixar -se levar pelas musas, continua sendo a melhor saída. A vida criativa é a única que evita o mau esquecimento e, por outro lado, a má lembrança que é o ressentimento.

Disponível em: <http://www.marciatiburi.com.br/textos/lembrar.htm>. Acesso em: 30 ago. 2016. [ Adaptado]

Considerando o uso das vírgulas na oração “A fungibilidade, a capacidade de trocar, é universal.”, analise as afirmativas a seguir:

I A segunda vírgula está em desacordo com as normas gramaticais, pois separa o sujeito de seu predicado.
II As duas vírgulas são utilizadas, em acordo com a norma gramatical, para isolar um aposto explicativo.
III A primeira vírgula é utilizada para separar itens de uma enumeração de termos de mesma função sintática.
IV As duas vírgulas podem, sem prejuízo do sentido e das normas de pontuação , ser substituídas por travessões.

Dentre as afirmativas, estão corretas
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457941200009581
Ano: 2014Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Jucurutu - RNDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Doenças Infecciosas e Parasitárias | Outras Infecções e Parasitárias
A varicela é uma doença altamente contagiosa, causada pelo vírus Varicela-Zozter (VVZ). Sua evolução é benigna, mas, em alguns casos, pode levar a sérias complicações. A transmissão hospitalar do VVZ é bastante conhecida. Se um paciente internado em um serviço hospitalar for considerado suspeito de estar com esse vírus, a conduta recomendada é manter precaução
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