A avaliação da aprendizagem é tradicionalmente associada à medição de resultados quantitativos, com foco na atribuição
de notas e classificações que muitas vezes reforçam a exclusão e a desigualdade educacional. No entanto, autores como
Luckesi (2005) argumentam que a avaliação pode assumir um papel qualitativo e inclusivo, capaz de promover transformações profundas na prática pedagógica e no processo educativo como um todo. Com base nesse ponto de vista, a avaliação
qualitativa pode ser considerada um ato revolucionário no contexto educacional porque: