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A demonstração das variações patrimoniais (DVP) é uma peça contábil exigida pela Lei nº 4.320/64. Nessa demonstração constam os seguintes grupos de contas distintos: variações patrimoniais ativas, variações patrimoniais passivas e resultado patrimonial do exercício.
Observe a seguinte afirmativa relacionada com a DVP: “são contas retificadoras da receita orçamentária realizada corrente e de capital e indicam o montante de receitas não efetivas registradas que não contribuíram para o acréscimo patrimonial da entidade”.
Assinale a alternativa correta quanto ao conceito expresso na afirmativa acima.
Um centro cirúrgico privado adquiriu mesas, cadeiras e outros bens similares para a área de recepção dos pacientes. Ao todo, foram gastos R$ 35.000,00. Decorrido um ano da aquisição, e com a taxa de depreciação estipulada em 10% ao ano, o contador realizou a contabilização da mesma. Analise as alternativas e assinale a que representa a correta contabilização da depreciação.
Considerando as deliberações do Código de Ética Médica sobre responsabilidade profissional, analise as afirmativas a seguir.
I. Nos termos do aludido Código de Ética, é defeso ao médico assumir responsabilidade por ato que não praticou.
II. É possível deixar de assumir responsabilidade por ato profissional que tenha praticado, notadamente nas hipóteses de anuência do paciente ou seu representante legal.
III. É vedado ao médico atribuir seus insucessos a terceiros e a circunstâncias ocasionais, exceto nos casos em que isso possa ser devidamente comprovado.
IV. É vedado ao médico deixar de esclarecer o trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco sua saúde, devendo comunicar o fato aos empregadores responsáveis.
Está correto o que se afirma em:
Sobre a atividade do médico-residente, assinale a alternativa incorreta.
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
Genética "inocenta" canadense acusado erroneamente de ser "Paciente Zero" da Aids nos EUA
O vírus HIV chegou aos Estados Unidos no começo da década de 1970, segundo novos estudos. O canadense Gaetan Dugas foi um dos pacientes mais demonizados da história. Sua fama era nada mais, nada menos do que a de ter sido responsável por propagar o vírus da imunodeficiência humana (HIV) nos Estados Unidos.
Porém, a ciência mostrou que não foi bem assim. Um estudo genético publicado na revista Nature limpou a reputação de Dugas, que ficou conhecido como o "Paciente Zero" de Aids. Na verdade, mostraram os exames, ele foi mais uma entre as milhares de vítimas infectadas pela doença na década de 1970.
O erro se originou de um mal-entendido que confundiu a letra O com o numeral zero. Um "paciente ó" era alguém infectado com vírus HIV de fora do Estado da Califórnia ("out-of-California", na sigla em inglês utilizada pela entidade Centros de Controle da Doença dos EUA). Com o tempo, porém, a letra foi sendo confundida com o numeral e Dugas passou a ser conhecido como o Paciente Zero - supostamente o primeiro a contrair a doença, no jargão médico.
"Gaetan Dugas foi um dos pacientes mais demonizados da história e um dos muitos indivíduos e grupos apontados como responsáveis por espalhar a epidemia intencionalmente", disse Richard McKay, historiador da ciência da Universidade de Cambridge. Dugas era homossexual e comissário de bordo da companhia Air Canada. Ele morreu em 1984 em decorrência de complicações por causa da Aids.
A expressão "Paciente Zero" é utilizada em referência ao histórico de algumas doenças - por exemplo, em relação ao primeiro caso do surto de Ebola no continente africano. Mas no caso da Aids - a síndrome da imunodeficiência adquirida -, a disseminação ocorreu de maneira diferente.
A Aids começou a ficar conhecida em 1981, quando sintomas até então incomuns começaram a aparecer em homens gays. Mas os investigadores do estudo conseguiram ir além e analisaram amostras de sangue armazenadas como provas de hepatite na década de 1970 e concluíram que algumas delas já continham HIV.
A equipe da Universidade do Arizona desenvolveu um novo método para reconstruir o código genético do vírus nesses pacientes. Depois de avaliar 2 mil amostras de Nova York e São Francisco, os cientistas conseguiram achar oito códigos genéticos completos do HIV.
Isso deu a eles a informação de que precisavam para construir uma árvore genealógica do HIV e descobrir quando ele chegou aos EUA. "As amostras apresentam tamanha diversidade genética que não é possível que elas tenham origem no final da década de 1970", disse Michael Worobey, um dos pesquisadores do estudo.
"Podemos considerar as datas mais precisas sobre a origem da epidemia nos Estados Unidos por volta de 1970 e 1971", acrescenta. Os cientistas também avaliaram o código genético do vírus da imunodeficiência humana tirado do sangue de Dugas - e o resultado é que ele não é a origem da epidemia nos Estados Unidos.
Dugas foi identificado como "Paciente Zero" no livro "And the Band Played on" ("E a vida continua", em tradução livre).
Pontos de disseminação
O estudo também explorou o papel chave de Nova York na propagação da doença. A cidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo, foi indicada como a cidade em que a pandemia mundial teve início. Dali, expandiu-se para o Caribe e os Estados Unidos por volta de 1970.
"Na cidade de Nova York, o vírus encontrou uma população que era como lenha seca, fazendo com que a epidemia se espalhasse muito rápido, infectando uma grande quantidade de gente e chamando a atenção do mundo pela primeira vez", disse Worobey.
"Da mesma forma como Kinshasa foi um lugar crítico para a pandemia, a cidade de Nova York também o foi, porque o vírus chegou à Costa Oeste e depois à Europa Ocidental, Austrália, Japão, América Latina e outros lugares", acrescentou.
Segundo Oliver Pybus, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Oxford, "esses novos dados ajudam a confirmar as origens do HIV nos Estados Unidos".
"O 'Paciente Zero' se tornou um tema de discussão relacionado às origens da Aids, porém, por mais que a narrativa pareça atraente, não tem nenhuma base científica", diz o cientista. "É realmente lamentável que essa pessoa tenha sido identificada assim."
(Adaptado de g1.globo.com)
Analise este período do texto:
"Isso deu a eles a informação de que precisavam para construir uma árvore genealógica do HIV e descobrir quando ele chegou aos EUA."
Sobre ele, julgue as afirmativas a seguir, para assinalar a alternativa correta.
I. Esse período, formado por cinco orações, é composto por subordinação e por coordenação.
II. A oração "de que precisavam" classifica-se como subordinada substantiva completiva nominal.
III. A conjunção "e" é coordenativa, enquanto "quando" é uma conjunção subordinativa.
Está correto o que se afirma em: