Uma das características do orçamento-programa é a utilização sistemática de indicadores e padrões de medição do trabalho e dos resultados. Para isso, é feita uma diferenciação entre os produtos finais dos programas e os produtos intermediários necessários para alcançar os seus objetivos. É produto final de um programa da área de saúde:
Considere os seguintes fatos (UFESP em 2012 - R$ 18,44):
I. Marina, residente em Brasília-DF, doa apartamento de sua propriedade, localizado na Av. Paulista (São Paulo-SP), a Laura, domiciliada em Belo Horizonte-MG.
II. Em 2012, Alfredo realiza depósitos iguais, de R$ 9.000,00 cada, em seis cadernetas de poupança, cada uma em nome de um de seus seis netos, que com ele residem em fazenda, em Sertãozinho - SP.
III. Úrsula, domiciliada em Santa Rita do Passa Quatro-SP e proprietária de fazenda criadora de gado nos arredores de Cuiabá-MT, transfere gratuitamente 50 cabeças de boi, avaliadas em R$ 125.000,00, a Lázaro, seu capataz, morador da fazenda.
IV. Após a morte de Romualdo, ocorrida em março de 2012, seu filho Jonas e sua esposa Sandra continuam morando no apartamento de quarto e sala em Bertioga-SP, único bem do casal, cujo IPTU de 2012 foi calculado sobre o valor de R$ 190.000,00.
V. Fanático por futebol, Jair, falecido no mês passado, previu em testamento que sua coleção de camisas autografadas por Pelé tivesse como novo dono, após seu falecimento, o seu clube do coração, o XV de Novembro de Jaú, entidade desportiva devidamente registrada na Confederação Brasileira de Futebol - CBF.
Nos termos da Lei no 10.705/2000, quanto ao ITCMD devido ao Estado de São Paulo, os fatos I a V podem ser classificados, respectivamente, nas seguintes situações tributárias:
Analise o texto a seguir, classificando os itens que o completam
como verdadeiros (V) ou falsos (F).
A orçamentação da despesa pública passará pelo processo
de elaboração da Lei de Orçamento Anual (LOA), de estudo
e aprovação, obedecido o Plano Plurianual (PPA) e a
Lei da Diretrizes Orçamentárias (LDO). Na elaboração do
orçamento anual, o Poder Executivo fará uso da Portaria
Interministerial n.º 42/99.
Nos moldes da referida Portaria, e demais legislações aplicáveis, as ações do governo serão identificadas em termos de:
( ) Função: deve-se entender o maior nível de agregação
das diversas áreas de despesa que competem ao setor
público.
( ) Subfunção: representa uma partição da função, visando
agregar determinado subconjunto de despesas do
setor público.
( ) Programa: representa o instrumento de organização
da ação governamental visando à concretização dos
objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores
estabelecidos no Plano Plurianual.
( ) Projeto: representa o instrumento de programação para
alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um
conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais
resulta um produto que concorre para a expansão ou o
aperfeiçoamento da ação do governo.
( ) Atividade: representa um instrumento e programação
para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo
um conjunto de operações que se realizem de modo contínuo
e permanente, das quais resulta um produto necessário
à manutenção de ação do governo.
( ) Operações especiais: representam as despesas que não
contribuem para a manutenção das ações do governo,
das quais não resulta um produto, e não geram contraprestação
direta sob forma de bens ou serviços.
( ) Administração: representa as ações do governo na
gestão da despesa pública, nos processos orçamentários e aplicação da legislação vigente.
A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:
Carlos, proprietário de um veículo licenciado na Capital do Estado de São Paulo, teve seu nome inscrito, indevidamente, no cadastro de devedores do Estado (“Cadin”), em face do suposto não pagamento de IPVA. Constatou-se, subsequentemente, que o débito objeto do apontamento fora quitado tempestivamente pelo contribuinte, decorrendo a inscrição no Cadin de um erro de digitação de dados incorrido pelo servidor responsável pela alimentação do sistema de informações. Em razão dessa circunstância, Carlos, que é consultor, sofreu prejuízos financeiros, entre os quais a impossibilidade de participar de procedimento licitatório instaurado pela Administração para contratação de serviços de consultoria, bem como o impedimento de obtenção de financiamento de projeto que estava conduzindo pela Agência de Fomento do Estado, que dispunha de linha de crédito com juros subsidiados, sendo obrigado a tomar financiamento junto a instituição financeira privada em condições mais onerosas. Diante da situação narrada, de acordo com o disposto na Constituição Federal sobre a responsabilidade civil do Estado,
Uma empresa multinacional do ramo ótico tem estabelecimento no Estado de São Paulo, sendo contribuinte do ICMS. O Agente Fiscal de Rendas do Estado recebeu a incumbência de realizar uma atividade fiscalizatória nesta filial e, para tanto, a notificou a apresentar livros e documentos fiscais, bem como determinados livros, documentos e arquivos comerciais que se relacionavam com os pontos objeto da fiscalização.
Nesse caso, a empresa tem a obrigação de apresentar os livros e documentos fiscais para o agente de Fiscalização do Estado. Os demais documentos solicitados
Na análise de variações dos materiais diretos, pelo critério que se quantifica a variação mista, uma terceira Equação resultante da subtração da Equação 1 pela Equação 2, nesta ordem, indica:
I. Se a elasticidade-preço da demanda de um bem X é, em módulo, menor que 1, uma das possíveis explicações para o fato é a existência no mercado de um grande número de bens substitutos para o bem X.
II. Se a demanda do bem X for expressa pela função QD = 15.000 P-2, onde QD representa a quantidade demandada e P, o preço de mercado, então a elasticidade-preço da demanda do bem X, em módulo, é constante e igual a 2.
III. Se os bens X e Y forem complementares, então a elasticidade-cruzada da demanda do bem X em relação ao preço do bem Y é positiva.
IV. Se a elasticidade-preço for constante e maior que 1 ao longo de toda a curva da demanda, um aumento de preço diminuirá o dispêndio total dos consumidores com o bem.
A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) deve evidenciar a distribuição da riqueza gerada pela entidade. Os principais componentes dessa distribuição a serem evidenciados são:
I. Itens gerados de forma normal durante o processo de produção possuem mercado de venda relativamente estável e representam porção ínfima do faturamento da empresa.
II. Itens cuja venda é realizada esporadicamente por valor não previsível no momento em que surgem na produção.
III. Itens consumidos de forma anormal e involuntária durante o processo de produção.
Com base nas terminologias de custos, as assertivas I, II e III referem-se, respectivamente, a: