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457941201767590
Ano: 2017Banca: COPS-UELOrganização: Câmara de Porecatu - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Ligações perigosas


A distração dos motoristas aumentou muito com a popularização dos smartphones. Infelizmente, esse comportamento coloca a vida das pessoas em perigo, contra o bom senso que deveria haver no trânsito. Segundo o Detran, em 2016 foram registradas 8.330 infrações de motoristas dirigindo e usando o celular em Londrina. É como se a cada dia, em seis meses, 39 motoristas no trânsito londrinense saíssem deliberadamente na rua com o objetivo de ferir alguém. Deliberadamente porque o artigo 252 descreve o uso de celular no trânsito como infração gravíssima. Dessas infrações, 4.763 foram registadas pela CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), ou seja, na área urbana – excetuando as rodovias federais.

O taxista Mário Proença relata que já viu muita gente fazendo uso do celular enquanto dirige e algumas dessas situações quase resultaram em acidente. “O celular distrai a pessoa completamente. O carro faz ziguezague, o motorista não tem atenção”. Ele afirma que a pessoa que age assim é como se estivesse com uma arma na mão. “Todo motorista deveria saber que não pode, mas muitos não estão nem aí”, reclama.

A conduta de todos deve ser impecável no trânsito, mas é cobrada sobretudo de quem trabalha profissionalmente. O motorista de uma empresa de ônibus rodoviário, Adriano Conduta, informa que a empresa realiza cursos mensais. E do alto da cabine do veículo ele observa muitos motoristas utilizando telefone enquanto dirigem. “O povo só se conscientiza quando mexem no bolso dele, mas eu acho que essas pessoas deveriam perder o direito de dirigir”, reivindica.


(Adaptado de OGAWA, V. Ligações perigosas. Folha de Londrina. Londrina, 23 de ago. 2017, Caderno Cidades, p. 1.)

Com base na leitura do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. O ambiente tecnológico, de maneira geral, não é compatível com a direção segura.
II. As pessoas que trabalham profissionalmente no trânsito são as que mais cometem infrações dessa natureza.
III. A conscientização dos motoristas está diretamente relacionada à punição dos mesmos.
IV. Quando o assunto é direção, os aparelhos móveis se tornam proibidos pela legislação de trânsito.

Assinale a alternativa correta.
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457941201646158
Ano: 2014Banca: CEFET-MGOrganização: CEFET-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Não mais do quê

    Houve um momento de areia fina como talco, e esse momento passou. Íamos até a praia de manhã cedo, muito cedo, as crianças, só as crianças e o pai, no Ford preto. Talvez não fosse Ford, mas era preto. E aquela areia nova para mim, menina criada nas pedregosas praias do Mar Adriático, recebia meus pés como uma seda.

    Houve uma primeira fatia de mamão – e pareceu-me ruim –, uma primeira manga – e foi estupenda –, uma primeira noite de verão nos trópicos, com grilos e jasmins, que nunca esquecerei e nunca poderei repetir.

     Houve um primeiro amor na infância, um primeiro amor na adolescência, primeiros amores de juventude. Todo amor é primeiro, porque todo amor é único. E mesmo este meu amor que será o último é, antes de todos, o primeiro.

     Houve um ferralhar de bonde na madrugada, e jovens em traje a rigor saindo dos bailes da formatura no Centro da cidade, e eu entre esses jovens, arrepanhando a longa saia branca para subir no bonde com meu irmão, e voltar para a casa sacudida sobre os trilhos, sentindo nos braços nus o ar ainda quente da noite. Dançar de rosto colado nos bailes era uma possibilidade, e o som da big band uma certeza.

    Houve um momento de prova oral e estudo de latim. Os “pontos” que caíam eram 10, tiravam-se de dentro de um saquinho de pano como se numa loteria doméstica ou num bingo, e feliz era quem tivesse nome como o meu, começando por M, porque quando chegasse nossa vez já sabíamos quais eram as perguntas dos professores. As mais inteligentes iam à prova oral de biquíni por baixo da roupa, porque já tinham passado por média e saíam do colégio direto para a praia.

    Houve o momento em que a primeira morte atravessou-se no caminho, mas, ao contrário do amor, só uma foi primeira, pois só com a primeira aprendi a viver. As outras nada me ensinaram, repetindose iguais, embora diferentes e com diferentes pessoas. Só a primeira me colocou diante da grande interrogação do nada. As seguintes, não mais.

Houve uma primeira embriaguez de réveillon, e foi primeira e última, porque não gostei nem durante, nem depois. Comi pão seco e bebi água no dia 1º, curando ressaca como um santo purga seus pecados. E como um santo não voltei a pecar.

     Houve momentos de férias, e dias inteiros passados entre sol e sal, para depois entregar o corpo à mansidão da água doce como se mergulha na tina o ferro em brasa. Havia andorinhas pousadas nas cornijas daqueles verões, e a água do mergulho era sempre mais fria embaixo do que em cima.

Houve uma lassidão que só a ausência de aulas permitia, um sono do corpo estendido em areia ou pedra, um hibernar ao contrário, olhos entrefechados, e o mar cintilando entre os cílios. Depois, nadar, nadar, nadar.

    Houve essa outra cidade, esse outro corpo, esse outro espaço de verão. Agora, já não há. E é justo assim. O que era vazio foi tomado pela multidão, o que era elástico foi domado pelo desgaste, os trilhos de bonde dormem debaixo do asfalto, as bocas do metrô emergem nas calçadas, e, se não há mais andorinhas no verão, tampouco há cornijas.

    Um ano veio e se foi, assim como se foi a areia de seda. O próximo ano chega e o recebemos, expectantes, manga nunca provada. Todo momento passa e é só um momento. Nem os carros são todos pretos, nem a vida é mais do que momentos.

Colasanti, Marina. In: Estado de Minas, 02 de janeiro de 2014.

“Todo momento passa e é só um momento.”

Com essa observação, a cronista quer dizer que
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3

457941201000406
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Morfologia Verbal | Análise Textual

Texto II para responder a questão.

                                         A divisão do trabalho social cria a solidariedade

[...]

Bem diverso [da solidariedade mecânica] é o caso da solidariedade produzida pela divisão do trabalho. Enquanto a precedente implica que os indivíduos se assemelham, esta supõe que eles diferem uns dos outros. A primeira só é possível na medida em que a personalidade individual é absorvida na personalidade coletiva; a segunda só é possível se cada um tiver uma esfera de ação própria, por conseguinte, uma personalidade.  É necessário, pois, que a consciência coletiva deixe descoberta uma parte da consciência individual, para que nela se estabeleçam essas funções especiais que ela não pode regulamentar; e quanto mais essa região é extensa, mais forte é a coesão que resulta dessa solidariedade. De fato, de um lado, cada um depende tanto mais estreitamente da sociedade quanto mais dividido for o trabalho nela e, de outro, a atividade de cada um é tanto mais pessoal quanto mais for especializada. Sem dúvida, por mais circunscrita que seja, ela nunca é completamente original; mesmo no exercício de nossa profissão, conformamo‐ nos a usos, a práticas que são comuns a nós e a toda a nossa corporação.  Mas, mesmo nesse caso, o jugo que sofremos é muito menos pesado do que quando a sociedade inteira pesa sobre nós, e ele proporciona muito mais espaço para o livre jogo de nossa iniciativa. Aqui, pois, a individualidade do todo aumenta ao mesmo tempo que a das partes; a sociedade torna‐se mais capaz de se mover em conjunto, ao mesmo tempo em que cada um de seus elementos tem mais movimentos próprios. Essa solidariedade se assemelha à que observamos entre os animais superiores. De fato, cada órgão aí tem sua fisionomia especial, sua autonomia, e contudo a unidade do organismo é tanto maior quanto mais acentuada essa individualização das partes. Devido a essa analogia, propomos chamar de orgânica a solidariedade devida à divisão do trabalho.

[...]

(DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.) 

Através da forma verbal empregada no título do texto, é correto afirmar que há indicação de que
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4

457941201607783
Ano: 2015Banca: CeprosOrganização: CESMACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
TEXTO 5 

O que há de mais importante na literatura, sabe? É a aproximação, a comunhão que ela estabelece entre seres humanos, mesmo a distância, mesmo entre mortos e vivos. O tempo não conta para isso. Somos contemporâneos de Shakespeare e de Virgílio. Somos amigos pessoais deles. (...) O maior prêmio de Estocolmo ou dos Estados Unidos não vale o telegrama de amor que alguém desconhecido, e que não conheceremos nunca, nos manda lá do Pará porque leu uma coisa nossa e ficou comovido e rendido. O telegrama não é para nós, é para a nossa vaidade. É uma voz do coração e do espírito, solta no ar, que nos atinge e repercute em nós. Dito assim, fica meio grandiloquente, mas não sei dizer melhor, você entenderá. Quem já sentiu isso compreende sem explicação. Funciona. É. E constitui uma das grandes alegrias da vida. Palavra, música, arte de todas as formas: essas coisas têm sua magia. Ai de quem não a sente. 

(Carlos Drummond de Andrade. Tempo, vida, poesia. Rio de Janeiro: Record, 1986, p. 58-59).
As palavras de Drummond expostas acima:

1) confirmam o entendimento de que a literatura constitui uma criação artística, mágica e atemporal.
2) atribuem uma certa magia à amizade, cuja compreensão e cujos poderes prescindem de qualquer explicação.
3) enaltecem a interação que a arte literária, pelo seu encantamento, provoca entre as pessoas, superando as barreiras do tempo e da distância.
4) constituem uma espécie de lamento em relação à dificuldade para expressar, com simplicidade, certos sentimentos.


Estão corretas:
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5

457941201924310
Ano: 2013Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJOrganização: SMA-RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
            Livro, um alvará de soltura

            Costumo brincar que, para conseguir ler todos os livros que me enviam, só se eu pegasse uma prisão perpétua. Pois é de estranhar que, habituada a fazer essa conexão entre isolamento e livros, tenha me passado despercebida a matéria que saiu recentemente nos jornais (da qual fui gentilmente alertada por uma leitora) de que os detentos de penitenciárias federais que se dedicarem à leitura de obras literárias, clássicas, científicas ou filosóficas poderão ter suas penas reduzidas.
            A cada publicação lida, a pena será diminuída em quatro dias, de acordo com a Portaria 276 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). No total, a redução poderá chegar a 48 dias em um ano, com a leitura de até 12 livros. Para provar que leu mesmo, o detento terá que elaborar uma resenha que será analisada por uma comissão de especialistas em assistência penitenciária.
            A ideia é muito boa, então, por favor , não compliquem. Não exijam resenha (eles lá sabem o que é resenha?) nem nada assim inibidor. Peçam apenas que o sujeito, em poucas linhas, descreva o que sentiu ao ler o livro, se houve identificação com algum personagem, algo simples, só para confirmar a leitura. Não ameacem o pobre coitado com palavras difíceis, ou ele preferirá ficar encarcerado para sempre.
            Há presos dentro e fora das cadeias. Muitos adolescentes estão presos a maquininhas tecnológicas que facilitam sua conexão com os amigos, mas não consigo mesmo. Adultos estão presos às telenovelas e aos reality shows, quando poderiam estar investindo seu tempo em algo muito mais libertador. Milhares de pessoas acreditam que ler é difícil, ler é chato, ler dá sono, e com isso atrasam seu desenvolvimento, atrofiam suas ideias, dão de comer a seus preconceitos, sem imaginar o quanto a leitura as libertaria dessa vida estreita.
            Ler civiliza.
            Essa boa notícia sobre atenuação de pena é praticamente uma metáfora. Leitura = liberdade. Não é preciso ser um criminoso para estar preso. O que não falta é gente confinada na ignorância, sem saber como escrever corretamente as palavras, como se vive em outras culturas, como deixar o pensamento voar. O livro é um passaporte para um universo irrestrito. O livro é a vista panorâmica que o presídio não tem, a viagem pelo mundo que o presídio impede. O livro transporta, transcende, tira você de onde você está.
            Por receber uma quantidade inquietante de livros, e sem ter onde guardá-los todos, costumo fazer doações com frequência para escolas e bibliotecas. Poucos meses atrás, doei alguns exemplares para um presídio do Rio de Janeiro, e sugiro que todas as pessoas que tenham livros servindo de enfeite em casa façam o mesmo. Que se cumpram as penas, mas que se deixe a imaginação solta.

            (Martha Medeiros - publicado na revista de O Globo, em 8 de julho de 2012, página 24.)


Os princípios gramaticais que devem ser aplicados à redação oficial são respeitados na seguinte frase:
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6

457941201919920
Ano: 2016Banca: FAUELOrganização: CISMEPAR - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

O assassino era o escriba


Paulo Leminsky

                   

                       Meu professor de análise sintática era o tipo do

                                         sujeito inexistente.

                     Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,

                       regular como um paradigma da 1ª conjugação.

                         Entre uma oração subordinada e um adjunto

                                                 adverbial,

                       ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito

                           assindético de nos torturar com um aposto.

                                     Casou com uma regência.

                                                   Foi infeliz.

                                Era possessivo como um pronome.

                                           E ela era bitransitiva.

                                         Tentou ir para os EUA.

                                                   Não deu.

                        Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.

                           A interjeição do bigode declinava partículas

                                                    expletivas,

                        conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.

                       Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

A respeito da estrutura e interpretação do texto, é possível afirmar que é:
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7

457941200428668
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Paraty - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual
Para compreender as atividades de retextualização, Marcuschi propõe um quadro geral de inferências, a partir de critérios de base textual, contextual ou sem base textual e contextual. A seguir foram destacados exemplos de inferências de base contextual. No entanto, uma das alternativas não possui nenhum embasamento, destaque-a:
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457941201687835
Ano: 2023Banca: FEPESEOrganização: Prefeitura de Balneário Camboriú - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Leia o texto abaixo para responder à questão.


O ato de brincar é algo que nos une como seres humanos 

Beatriz Gatti 11 de out de 2022 - editado


Educadora e documentarista Renata Meirelles fala ao ‘Nexo’ sobre a importância da brincadeira em suas diferentes formas na vida das crianças – e na dos adultos também

A cultura do local, a estrutura familiar e os recursos disponíveis podem ser muito diferentes, mas a intenção por trás de brincadeiras de crianças costuma ser bem parecida: movimentar-se, entender o contexto em que se vive e, acima de tudo, sentir-se você mesmo. Para a educadora e documentarista Renata Meirelles, o ato de brincar é um “recurso básico para a manutenção do nosso ser”, tão importante quanto comer ou dormir. (…)

Qual é a importância do brincar para crianças? E quais os impactos de uma infância sem brincadeiras?

RENATA MEIRELLES Eu costumo dizer que é tão importante brincar quanto comer ou dormir. É como um recurso básico de manutenção do nosso ser. E o que isso significa na prática? Quando você brinca, você é você. Você tem acesso ao seu próprio corpo, ao contexto em que você vive e a quem são as pessoas [ao seu redor]. Você tem recurso para gerenciar essas relações. (…)

Tendo percorrido tantos lugares pelo Brasil, como você observou que variam as formas de brincar a depender da localidade, realidade socioeconômica ou estrutura familiar?

RENATA MEIRELLES O brincar, assim como qualquer manifestação cultural, sofre variações dependendo de contextos, seja de contextos familiares ou contextos de povos, de culturas, de regiões, de vários aspectos que possam modificar o brincar. Mas tem um espectro interessante para nós que é olhar o que não varia. E o que não varia é a intenção das crianças. Existem temas muito semelhantes nas brincadeiras que são quase óbvios, por exemplo, as crianças gostam de brincar de casinha, gostam de brincar com meios de transportes, foguetes, aviões, carros, barcos, gostam de brincar de lutas. (…)

https://www.nexojornal.com.br/entrevista/2022/10/11/%E2%80%98O-ato-de-brincar-%C3%A9-algo-que-nos-une-como-seres-humanos%E2%80%99

Analise as afirmativas abaixo sobre a entrevista do texto 1.


1. A pauta da escolha do assunto respeita ao que classificamos de hard news – se não for publicada imediatamente, perde a atualidade.
2. A notícia central da entrevista é pauta fria, logo sem prazo de validade.
3. O critério de noticiabilidade mais relevante para a publicação dessa entrevista é a oportunidade, ou seja, o momento da publicação é que importa.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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9

457941201132313
Ano: 2025Banca: FGVOrganização: Prefeitura de Canaã dos Carajás - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Leia o trecho a seguir.


A proteção integral tem como fundamento a concepção de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos, frente à família, à sociedade e ao Estado. Rompe com a ideia de que sejam simples objetos de intervenção no mundo adulto, colocando-os como titulares de direitos comuns a toda e qualquer pessoa, bem como de direitos especiais decorrentes da condição peculiar de pessoas em processo de desenvolvimento.


CURY, M.; PAULA, P. A. G.; MARÇURA, Jurandir Norberto. Estatuto da criança e do adolescente anotado. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.


O trecho acima versa sobre as crianças e adolescentes enquanto sujeitos de direitos. Segundo a visão apresentada, a proteção integral tem, como finalidade, a  
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457941201948994
Ano: 2018Banca: INSTITUTO AOCPOrganização: UFOBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Netos e avós: a importância dessa relação
Maria Clara Vieira

     O fato de os avós não terem mais filhos pequenos para cuidar permite que eles tenham tempo e condições de ajudar nos cuidados com os netos, contribuindo para a sobrevivência das novas gerações, além de passar conhecimentos e sabedoria. Não é preciso muito esforço para notar como a interação entre netos e avós é positiva. Um estudo, feito pelo Boston College, nos Estados Unidos, comprova isso. Durante 19 anos foram estudados 374 avós e 356 netos. O objetivo era entender a influência dessa convivência, tanto na vida das crianças, quanto na dos idosos.
     Os resultados revelam que os dois lados se beneficiam desse relacionamento. Para os avós, a conexão permite contato com uma geração muito mais nova e, consequentemente, uma abertura a novas ideias. Para os netos, os idosos oferecem a sabedoria adquirida durante a vida – e esse conhecimento acaba sendo incorporado pelas crianças quando elas se tornam adultas. Os avós também costumam passar às novas gerações muitas histórias sobre o passado, o que é enriquecedor para qualquer criança. Além de tudo isso, os pesquisadores também concluíram que a relação avós-netos pode ajudar a diminuir sintomas depressivos para ambas as partes.
     “A convivência é muito benéfica para ambos, especialmente porque os avós estão, na maioria das vezes, em uma etapa da vida em que podem aproveitar os netos melhor do que aproveitaram os próprios filhos: levar para passear e brincar, para os avós, não é uma obrigação ou uma forma de gastar a energia da criança, mas uma oportunidade deliciosa de curtir o neto e se divertir de verdade com ele”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP). “Com celular, mídias sociais, computador e um pouco de esforço, os avós podem participar melhor da vida dos netinhos distantes. E, quando se encontram, podem aproveitar ao máximo”.

Retirado e adaptado de: <https://revistacrescer.globo.com/Familia/
noticia/2016/01/netos-e-avos-entenda-importancia-dessa-relacao.
html>. Acesso em: 19 ago. 2018.

Em relação ao Texto 1, julgue como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir
O texto deixa evidente a tendência positiva sobre a relação que os avós e netos compartilham. Dentre os vários benefícios dessa relação, é correto afirmar que a autora argumentou sobre o auxílio no combate à depressão e em relação à perpetuação dos conhecimentos que passam de geração em geração.
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