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457941201688794
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEE-PEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado
Texto associado
“Descuidados, zombeteiros, violentos ----- assim nos quer a sabedoria: ela é uma mulher, ela ama somente um guerreiro.”----- Assim falou Zaratustra.
1. O que significam ideais ascéticos? ---- para os artistas, nada, ou coisas demais; para os filósofos e eruditos, algo como instinto e faro para as condições propícias a uma elevada espiritualidade...

Friedrich Nietzsche. Genealogia da moral. (com adaptações)

A partir dos fragmentos de texto precedentes, julgue o item seguinte.


A evocação de uma “elevada espiritualidade” feita por Nietzsche condiz com sua valorização do cristianismo.

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2

457941201874797
Ano: 2021Banca: UECE-CEVOrganização: UECEDisciplina: FilosofiaTemas: Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado
“Não existe, para Hegel, o momento em que a arte morre, ou deixa de ser arte. O que ele concebe é apenas o movimento da perda de uma espécie de ‘tarefa’ originária da intuição estética enquanto lugar de plenitude ou de satisfação plena do espírito.”

Gonçalves, Márcia C. F. A morte e a vida da arte. In: Kriterion, vol. 45, nº 109, Jan./Jun. 2004.

Segundo a interpretação acima apresentada, o tema da “morte da arte”, em Hegel, pode ser corretamente entendido da seguinte forma:
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3

457941201014122
Ano: 2019Banca: IBADEOrganização: SEE-ACDisciplina: FilosofiaTemas: Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado
“Por isso, em nossa peregrinação, recebemos dele o penhor de já sermos luz; ele já nos salvou pela esperança e, de filhos da noite e das trevas que éramos, ele fez filhos da luz e do dia. Na incerteza da ciência humana, só tu és capaz de distinguir entre uns e outros, porque pões nossos corações à prova e chamas à luz dia e às trevas noite. Quem, senão tu, sabe nos distinguir? E que temos nós que não o tenhamos recebido de ti? Nós, feitos vasos de honra, fomos feitos da mesma argila que serviu para fazer os vasos de ignomínia.”

Para Santo Agostinho, a possibilidade de acesso às verdades reveladas depende da (o):
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4

457941201455990
Ano: 2010Banca: UEMOrganização: UEMDisciplina: FilosofiaTemas: Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado
Texto associado
Sobre o fenômeno religioso, assinale o que for correto. 
Os rituais religiosos são atos repetitivos e têm por finalidade rememorar o acontecimento inicial da história sagrada de determinada cultura.
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5

457941200469225
Ano: 2010Banca: UEMOrganização: UEMDisciplina: FilosofiaTemas: Fenomenologia do Sagrado | Epistemologia Humana e Divina
Texto associado
Sobre o fenômeno religioso, assinale o que for correto. 
A consciência da morte e a crença em uma vida depois dela explica porque, em várias culturas, os ritos fúnebres são uma das principais manifestações religiosas.
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6

457941201134557
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEE-PEDisciplina: FilosofiaTemas: Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado
Texto associado
        Pensais vós que, mesmo quando não prestamos atenção à significação das palavras e ouvimos tão somente o seu som, a ideia desse som, formada em nosso pensamento, seja alguma coisa de semelhante ao objeto que é sua causa? Um homem abre a boca, move a língua, solta sua respiração: nada vejo em todas essas ações que não seja muito diferente da ideia do som que elas nos fazem imaginar.
Descartes. O mundo ou o tratado da luz

A partir do fragmento de texto precedente, julgue o item subsequente.


O pensamento cartesiano afirma que o corpo e a alma são coisas distintas, situando as ideias na alma.

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7

457941201028256
Ano: 2017Banca: UFU-MGOrganização: UFU-MGDisciplina: FilosofiaTemas: Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado
Leia o fragmento de autoria de Heráclito.

Deus é dia e noite, inverno e verão, guerra e paz, abundância e fome. Mas toma formas variadas assim como o fogo, quando misturado com essências, toma o nome segundo o perfume de cada uma delas.

BORNHEIM, G. (Org.). Os filósofos pré-socráticos. São Paulo: Cultrix, 1998, p. 40.

Conforme o exposto, “Deus”, no pensamento de Heráclito, significa:
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8

457941201573723
Ano: 2024Banca: FURBOrganização: SED-SCDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Ensino Religioso | Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado | Temas Pedagógicos
Analise o texto a seguir:


Quem somos? De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde iremos? Qual o sentido, isto é, significado e direção de nossas vidas? Estamos sozinhos no universo? Estas perguntas existem desde que o ser humano iniciou seu processo de busca de identidade. Esse processo foi ocorrendo por meio do desenvolvimento da conscientização, que possibilita a construção da história de cada um e de todos nós. As tentativas de respostas a tais questões clássicas foram o motor da construção de linhas de pensamento e teorias.

(NASSER, M. C. C. O uso de símbolos: sugestões para a sala de aula. São Paulo: Paulinas: 2006, p. 30. (Coleção temas do ensino religioso)).


Com base nas informações do texto, considere as assertivas relacionadas à origem dos fenômenos religiosos:


I. As religiões são instituições divinas, instauradas pelas próprias divindades, sem interferência humana.

II. Os conhecimentos religiosos são decorrentes da busca humana por respostas aos enigmas do mundo, da vida e da morte.

III. A relação com o sagrado está arraigada no imaginário dos humanos e integra a base de formação das culturas e tradições religiosas.

IV. As manifestações religiosas pouco interferiram no desenvolvimento dos grupos e sociedades.

V. Os fenômenos religiosos, em suas múltiplas manifestações, são parte integrante do substrato cultural da humanidade.


É correto o que se afirma em:
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9

457941200636146
Ano: 2019Banca: IBADEOrganização: SEE-ACDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Epistemologia Humana e Divina | Teoria das Ideias de Platão | Fenomenologia do Sagrado | Ontologia e Existência | Fundamentos da Filosofia | Filosofia na Grécia Antiga | Concepções do Sujeito na Filosofia Moderna
O filósofo alemão Friedrich Hegel (1770-1831) foi crítico da concepção elaborada por Immanuel Kant de sujeito transcendental apontando para o fato de ele ser: 
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10

457941201549105
Ano: 2025Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Epistemologia Humana e Divina | Fenomenologia do Sagrado | Tomismo e Filosofia Medieval
Em sua obra A Filosofia na Idade Média, Gilson afirma que “Desde as origens patrísticas até o fim do século XIV, a história do pensamento cristão é a de um esforço incessantemente reencetado para manifestar a concordância entre a razão natural e a fé, onde ela existe, e para realizá-la, onde não existe”



GILSON, E. A Filosofia na Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 939.



Sobre as diferentes perspectivas acerca da relação entre fé e razão na filosofia medieval, é correto afirmar que
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