Ana foi nomeada para ocupar o cargo em comissão X, no âmbito
do Poder Judiciário do Estado Alfa. Na mesma época, Maria, que
ocupava exclusivamente o cargo em comissão Y, requereu e teve
deferida, pelo órgão competente, a aposentadoria voluntária por
tempo de serviço.
Com os olhos voltados às competências constitucionais do
Tribunal de Contas do Estado Alfa, é correto afirmar que essa
estrutura de poder
A Constituição de 1988 ampliou significativamente as competências do Tribunal de Contas da União e, consequentemente, dos Tribunais de Contas dos Estados e dos Municípios. Entre essas competências, está a de apreciar, para fins de registro, a legalidade das concessões de aposentado- rias, reformas e pensões. Com respeito a essa atribuição, verifica-se que:
O auditor independe, tanto como pessoa física quanto como pessoa jurídica, é aquele que conduz o
trabalho, aplicando habilidades e técnicas de asseguração para obter segurança razoável ou limitada,
conforme adequado, sobre a informação do objeto, verificando se ela está livre de distorções
relevantes. Em relação ao trabalho do auditor independente, é INCORRETO afirmar que
A realização de auditoria de natureza contábil por parte do TCE-RS em fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público
pode ser feita por iniciativa
Ana, ordenadora de despesas no Município Alfa, situado no
Estado do Amazonas, vinha praticando uma gestão sabidamente
temerária e prejudicial ao interesse público. Além de já ter
causado danos ao erário, havia grande probabilidade de que
viesse a causar outros danos. Existiam sólidos indícios desses
fatos, devidamente comprovados em documentos em poder do
Tribunal de Contas do Estado do Amazonas.
Ao ser consultado sobre a possibilidade de o Tribunal de Contas
determinar o afastamento de Ana, um Conselheiro respondeu,
corretamente, que isto:
Julgue o item a seguir, a respeito da competência dos tribunais de contas e da eficácia das suas decisões, conforme o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).
O município prejudicado é o legitimado para a execução de
crédito decorrente de multa simples aplicada pelo tribunal de
conta estadual a gestores públicos municipais em decorrência
da inobservância das normas de direito financeiro.