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Para elaboração de uma proposta de avaliação da aprendizagem que tenha um caráter dinâmico, inclusivo, e comprometido com o crescimento intelectual do alunado em geral é, certamente, importante que todo professor compreenda dois conceitos importantes para fundamentar a análise do aproveitamento escolar propriamente dito, ou seja, se alicerce em dois indicadores para situar e conferir legitimidade ao percurso avaliativo: o aproveitamento escolar absoluto e o aproveitamento escolar relativo (VIGOTSKI, 2004). O sentido atribuído a esses indicadores por Vigotski são os seguintes:
I. O aproveitamento escolar absoluto diz respeito ao desempenho quantitativo imediato dos alunos, ao nível individual, e não considera, historicamente, a evolução da aprendizagem que apresentam no decorrer do ano letivo, tomando-se esse período de tempo a título de exemplificação.
II. O aproveitamento escolar relativo diz respeito a possibilidade de elaborar uma reflexão sobre como se processou a aprendizagem nos alunos, o que de fato conseguiram aprender, como cada aluno avançou em relação a si mesmo e à turma.
III. O aproveitamento escolar relativo é o indicador que diz respeito a tese fatalista na qual é importante mostrar que os alunos “mais inteligentes” sempre estão à frente da turma em todos os aspectos, como suas notas “altas” e que os “mais atrasados” o são em todas as circunstâncias.
IV. O aproveitamento escolar absoluto é o indicador que diz respeito qualitativo dos alunos a nível coletivo e considerada como algo importante a evolução histórica da aprendizagem dos alunos durante o período letivo.
São VERDADEIRAS, somente as afirmativas: