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A SANTA CRUZ DA ESTIVA
No final do século passado, existia, rodeada por pequeno cemitério, outra igrejinha próxima ao local onde hoje está erguida a Capela de Santa Cruz da Estiva.
Junto à estrada que passa diante da Capela, residia, então, um humilde lavrador que trabalhava as terras, auxiliado por sete filhos. Rapagões fortes e destemidos, eram o orgulho do pai.
Foi quando surgiu a febre amarela, ceifando vidas sem piedade. Por ironia, ela foi levando um por um os sete filhos do lavrador, deixando-o sozinho com sua dor.
Passada a epidemia, o desventurado buscou consolo em Deus. E se propôs, apesar de passar por dificuldades econômicas, a construir uma Capela nova junto à antiga, pedindo ao Senhor amparo para as almas de seus sete rapazes, conseguindo-lhes, assim, a absolvição dos pecados possivelmente cometidos.
Obteve com seus rogos que a dona da fazenda fizesse a doação de uma faixa de terreno e, com os amigos e conhecidos, acertou o empreendimento de um mutirão. Assim foi construída a Capela de Santa Cruz da Estiva, segundo se diz por aí...
(Adaptação de lenda de autor desconhecido)
Considere o período “E se propôs, apesar de passar por dificuldades econômicas, a construir uma Capela nova junto à antiga, pedindo ao Senhor amparo para as almas de seus sete rapazes...”
A oração assinalada estabelece, com a oração principal, idêntica relação sintático-semântica à estabelecida no período: