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Oliveira (2006) comenta que os fatos ocorridos no interior da escola, em especial nos horários de intervalos, entradas e saídas das aulas, deveriam ser analisados do ponto de vista das práticas corporais. Tais espaços de tempo propiciam aos alunos a realização de brincadeiras, atividades lúdicas, encontro de grupos e momentos de exaltação e violência. Essas práticas corporais, na medida em que ocorresse a interferência do professor, poderiam: