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Em fevereiro de 2020, a revista Química Nova Na Escola publicou o artigo “Práticas docentes que podem contribuir para a inclusão de alunos com síndrome de Asperger: uma abordagem alternativa para o ensino de química”. O artigo apresenta uma proposta de oficinas de química visando à inclusão de um estudante com síndrome de Asperger cursando o segundo ano do ensino médio.
Na introdução do artigo, destaca-se o crescente número de estudantes com necessidades específicas matriculados em turmas regulares, a ausência de disciplinas que preparem os licenciandos durante a graduação e algumas características dos indivíduos com síndrome de Asperger e autismo, que são transtornos englobados pelo transtorno do espectro autista (TEA).
Considerando as características dos indivíduos com TEA, e com base no artigo citado, foram propostas as seguintes abordagens:
I. Criar rotinas de trabalho que proporcionem previsibilidade e evitem mudanças não programadas que possam causar irritação.
II. Trabalhar com turmas numerosas, para que esses estudantes se sintam mais acolhidos.
III. Utilizar estímulos verbais, por meio de palestras e exemplos com linguagem figurada.
IV. Utilizar estímulos visuais concretos, como a experimentação.
V. Valer-se da sensibilidade sonora desses estudantes como método de ensino, cantando uma música, por exemplo.
São metodologias e indicações no ensino inclusivo para indivíduos com TEA