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Ao tratar da inovação educativa e curricular, Arroyo (2013, p. 141) apresenta um novo estilo, menos oficial e mais alternativo. Esse estilo nos remete “às relações entre educação e sociedade, às estruturas de poder, de reprodução e de exclusão” e, ainda, consiste em superar a inocência das análises sobre a escola, sobre o saber que transmite e sobre as competências que ensina, enfim, consiste em permanente embate político. Essas ideias referem-se ao estilo