///
A história do tratamento dispensado pelas sociedades às pessoas com deficiência confunde-se com a história das conquistas dessas sociedades em direção à melhoria na qualidade de vida das populações. É um princípio baseado na busca por chegar o mais próximo possível do padrão, porque nega-se a questão da diferença e admitem-se exceções, uma vez que os alicerces são padrões, requisitos e condições. O aluno deve se adequar às condições da escola, pois, pelo viés sociológico, representa a introdução de indivíduos em contextos sociais maiores, com padrões e normas mais gerais. Foca-se, essencialmente, naquelas pessoas com deficiência que se provarem mais aptas, assim há incentivo para que elas sigam modelos, desvalorizando, por exemplo, características e culturas próprias de seu grupo. Ressaltam-se, também, o paradigma dos “ganhos” – que os deficientes desfrutarão ao conviverem com os normais – e dos “blocos homogêneos” – surdos são mais concentrados; cegos têm audição mais perfeita. O texto aponta que o princípio que direciona as ações e propostas explicitadas refere-se à: