///
E, ainda, Magda Dimenstein (2001) diagnostica o quadro encontrado: “... nos deparamos com profissionais descontentes, frustrados, apáticos diante da miséria social onde está inserida grande parcela da população brasileira, organizados em torno de interesses imediatos e corporativistas, enfraquecidos em sua capacidade de resistência e luta em prol da cidadania; profissionais impedidos de comprometer-se verdadeiramente com um novo projeto de sociedade e de saúde pública”.
NÃO se refere a fator que contribua com o quadro descrito pela pesquisadora: