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56 questões encontradas
“O psicólogo deve estar em aprimoramento contínuo, em sua área, que lhe possibilite o desenvolvimento de habilidades de análise e síntese, de aplicabilidade de conhecimentos na prática, de comunicação e de trabalho em equipe. Uma das possibilidades do trabalho realizado na comunidade com as famílias, grupos e indivíduos, pelos psicólogos, são a exploração e a compreensão dos significados presentes nas ações do sujeito, bem como dos grupos de sujeitos, buscando-se-lhes apreender o sentido que leva a determinadas direções de relacionamentos, conflitos e decisões com foco na construção de novas respostas (p. 36).”
Considerando o trabalho do psicólogo com a família, assinale a afirmativa INCORRETA.
“A perspectiva da Assistência Social como política de Seguridade Social exige que ela deixe de ser tratada de forma secundária ou fragmentada, quer no conjunto da ação federal, estadual ou municipal, quer no orçamento público, quer na própria gestão dos órgãos, no entendimento dos atores institucionais e da sociedade (2007, 21).”
A partir do preconizado pela Cartilha, na possibilidade de intervir a partir das políticas públicas de Assistência Social, o psicólogo deve considerar, EXCETO:
Sobre as práticas que trata a citação, assinale a afirmativa INCORRETA.
“No que se refere às condições físicas e técnicas de exercício profissional, alguns procedimentos exigem a garantia de espaço para atendimentos individuais e coletivos, bem como local adequado para a guarda de prontuários e documentos pertinentes ao atendimento aos usuários.”
Em relação ao exercício profissional do psicólogo deve-se considerar que, EXCETO:
Na página do Conselho Federal de Psicologia, tem-se como referência a criação do CREPOP. Observe.
“A criação do Centro foi aprovada na Assembleia de Políticas, da Administração e das Finanças (APAF) de dezembro de 2005 e o início das atividades ocorreu no ano seguinte, com representação do CREPOP em todos os Conselhos Regionais de Psicologia existentes a época. Foi desenvolvida uma metodologia própria, organizada em torno de áreas temáticas, envolvendo múltiplas estratégias de coleta de dados com vistas à produção de referências técnicas para a atuação de psicólogos em políticas públicas.”
Assinale, a seguir, o significado correto da sigla CREPOP.
Sobre a psicologia social no trabalho, Grisci e Lazzarotto (2011, 238) escrevem que: “Por longo tempo a psicologia não se preocupou com a relação saúde e trabalho, como se ambos fossem objetos estáticos em relação a ela, tampouco considerou a perspectiva dinâmica daqueles que trabalham. Há de se considerar, entretanto, a existência de um outro mundo, não apreendido pela psicologia quando esta se utiliza apenas da técnica, não se mostrando interessada no trabalho, nem nos trabalhadores, mas apenas em maximizar a produção e a qualidade de mercadorias.”
Na busca do desvelamento desse outro mundo nas relações de trabalho cabe ao psicólogo, EXCETO:
Sobre psicologia e políticas públicas tem-se a citação de Gonçalves (2003): “Na verdade, aqui já se apresenta uma concepção de políticas públicas: elas devem ser democráticas, garantir os direitos sociais básicos, promover a cidadania, contar com a participação dos sujeitos a quem se destinam. Assim entendidas, envolvem as dimensões social e política, afeitas ao campo do poder público, responsável por sua implementação, e ao campo da participação social. Mas envolvem também a dimensão subjetiva de todos os seus atores. A psicologia tem o que dizer a esse respeito; e a psicologia sócio-histórica propõe que o que se diga leve em conta a historicidade dessa dimensão subjetiva (2003, 290).”
Considerando a relação psicologia e políticas públicas na sociedade brasileira, é correto afirmar que
Patto (2003, 31) escreve que: “A história das ciências humanas, em geral, e da psicologia, em particular, não se dá acima da história política, social e econômica do lugar em que são produzidas, como se nada tivesse a ver com ela. Não é também uma história que se escreve sobre o pano de fundo da história do país. A história da psicologia no Brasil é parte integrante da história brasileira, é um de seus elementos constitutivos, está implicada nos rumos por ela tomados, é determinada por ela e um de seus determinantes. Quando um psicólogo diz a um pobre que ele não está conseguindo se escolarizar porque não tem capacidade intelectual para isso (afinal de contas seu QI é baixo...), ele está colaborando para o conformismo dos que não têm garantido o seu direito de educação escolar, mesmo que se encontre dentro de uma escola – mas de uma escola cujo ensino é de má qualidade e as relações dos professores como os alunos são mediadas por preconceito.”
De acordo com a citação sobre a psicologia e suas práticas sociais na escola, é correto afirmar que
Citado por Zanella (2011, 225) sobre a atuação do psicólogo em uma postura crítica, Martin-Baró afirma que: “... as perguntas críticas que os psicólogos devem se formular a respeito do caráter de sua atividade e, portanto, a respeito do papel que está desempenhando na sociedade, não devem centrar-se tanto no onde, mas no a partir de quem; não tanto em como se está realizando algo, quanto em benefício de quem; e, assim, não tanto sobre o tipo de atividade que se pratica (clínica, escolar, industrial, comunitária ou outra), mas sobre quais as consequências históricas concretas que essa atividade está produzindo.” (Martin-Baró, 1997, p. 22.)
Nessa perspectiva da citação, a atuação do psicólogo nas instituições escolares deve se pautar na, EXCETO:
E, ainda, Magda Dimenstein (2001) diagnostica o quadro encontrado: “... nos deparamos com profissionais descontentes, frustrados, apáticos diante da miséria social onde está inserida grande parcela da população brasileira, organizados em torno de interesses imediatos e corporativistas, enfraquecidos em sua capacidade de resistência e luta em prol da cidadania; profissionais impedidos de comprometer-se verdadeiramente com um novo projeto de sociedade e de saúde pública”.
NÃO se refere a fator que contribua com o quadro descrito pela pesquisadora: