///
Conforme um dos princípios orientadores da gestão democrática abordados por Monlevade (2012), “a escola deve constituir uma identidade. Os professores e os funcionários têm de elaborar sua proposta pedagógica, respondendo aos desafios e aos apelos da realidade. Assim, nasce um poder escolar resistente a desmandos políticos, a limitações financeiras e a pressões de forças corporativas”.
Esse princípio caracteriza o que o autor chama de