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Carlos é funcionário de uma escola. Ele notou uma das alunas, Carolina, chorando em um canto da escola, na hora do recreio. Aproximou-se dela e perguntou o que havia acontecido, ao que ela respondeu: “não sei por que a Isabel me trata assim e me chama de sem-sal; eu nunca fiz nada para ela!”.
Carlos decidiu ser preciso intervir na situação enfrentada por Carolina. Qual é a medida aconselhada, segundo Rosa e Prudente (em Camargo, 2009)?