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Santos (in: Ropoli, 2010) afirma que “as propostas curriculares, quando contextualizadas, reconhecem e valorizam os alunos em suas peculiaridades de etnia, de gênero, de cultura. Elas partem das vidas e experiências dos alunos e vão sendo tramadas em redes de conhecimento, que superam a tão decantada sistematização do saber”.
A respeito do currículo alinhado às práticas escolares verdadeiramente inclusivas, de acordo com a autora, é correto afirmar que