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Na primeira reunião do ano letivo, a professora do 1º ano EF relatou para a professora do 2º ano EF quem eram os alunos que já sabiam ler e quem eram os “alunos-problema”, com os quais ela precisava ser mais rígida. Diante de situações como essa, Libâneo (2013) afirma que “são muitos os procedimentos didáticos que acabam discriminando socialmente as crianças. Por exemplo, já no início do ano letivo o professor costuma ‘prever’ quais os alunos que serão reprovados”. Para ele, geralmente essa previsão acaba se concretizando, pois os reprovados no final do ano são geralmente aqueles “marcados” pelo professor. Libâneo (Didática, 2013) afirma que é preciso enfrentar e derrotar o fracasso escolar se se quer uma escola pública democrática. Para isso, o autor entende que é necessário