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Lúcia leciona há cinco anos em uma escola de ensino fundamental da rede pública de um município paulista e, pela primeira vez, em 2015, na turma de 1º ano, recebeu Celeste, uma aluna com deficiências causadas por paralisia cerebral. Odete, a diretora, orientou e assessorou Lúcia para que fosse possível acolher Celeste e oferecer-lhe a educação escolar à qual ela tem direito como toda criança brasileira de sua idade. Arlindo, supervisor da escola, acionado por Odete, mediou junto aos órgãos e serviços do sistema de ensino para que, de acordo com o que estabelece a Resolução CNE/CEB nº 4/2010, Celeste