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Pela investigação de três contextos de ensino de língua inglesa no ensino fundamental, conclui-se que boa parte das concepções e práticas avaliativas dos sujeitos de pesquisa fez ressoar as influências do paradigma da modernidade, cujos problemas mais evidentes foram: (1) a significação da avaliação como sinônimo de mensuração; (2) a ênfase à avaliação de conteúdos objetivos, estáveis e memorizáveis; e (3) a utilização de provas escritas como a principal modalidade de avaliação.
São possíveis, no entanto, outras abordagens de avaliação, que vão além da simples verificação de conteúdos fixos e memorizáveis, dada a ênfase à subjetividade, à diferença e à criação atualmente priorizadas.
Antecipar a imersão educacional em língua inglesa para os anos iniciais do ensino fundamental não é garantia de sucesso quanto aos resultados de aprendizagem esperados nesse componente curricular.