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Conforme STOBÄUS e MOSQUERA, é impossível generalizar sobre qual seria o método de criação de uma criança especial. Muitas coisas dependem da própria criança, de sua família e dos serviços que lhe são acessíveis. Em relação ao exposto acima, analisar a sentença abaixo: Quanto ao desenvolvimento da autonomia moral, geralmente as escolas esbarram em obstáculos, muitas vezes intransponíveis, advindo de concepções e dos modos habituais de se conviver com pessoas deficientes (1ª parte). O desenvolvimento socioafetivo não é fruto de um contexto que se define por princípios de liberdade, respeito e responsabilidade (2ª parte). O portador de necessidades especiais deve ser considerado um ser sujeito, que, orientado, seja capaz de adequar-se à realidade cotidiana (3ª parte).
A sentença está: