///
Em conformidade com o manual Interação Escola Família: subsídios para práticas escolares, é preciso que as escolas conheçam as famílias dos alunos para mapearem quantas e quais famílias podem apenas cumprir seu dever legal, quantas e quais famílias têm condições para um acompanhamento sistemático da escolarização dos filhos e quantas e quais podem, além de acompanhar os filhos, participar mais ativamente da gestão escolar e mesmo do apoio a outras crianças e famílias. Diante do exposto, analisar a sentença abaixo: Recuperando a ideia de que a relação escola-família não começa pelo tratamento que é dado aos alunos em sala de aula, vemos que as iniciativas de interação não têm conexão direta com as práticas pedagógicas propriamente ditas (1ª parte). Ao conhecer as condições reais das famílias – simbólicas e materiais –, as escolas conseguem delimitar melhor o seu espaço de responsabilidade específica e planejar de forma mais concreta os apoios necessários para o grupo de alunos cujas famílias não têm condições, mesmo que temporariamente, de se envolver na escolaridade dos filhos (2ª parte). Se a percepção de um professor sobre cada um de seus alunos é decisiva para a promoção de uma boa relação escola aluno, um diagnóstico baseado em suposições e não em evidências sobre os fatores que estão interferindo nos problemas de aprendizagem pode gerar intervenções pedagógicas pouco eficazes e com resultados possivelmente desastrosos (3ª parte).
A sentença está: