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Alguns professores defendem o não planejar, usando o discurso de que se permitem “ser criativos”. Segundo Celso Vasconcellos (2012, p. 9), entretanto, agindo “na base do improviso, da falta de um planejamento mais rigoroso, muito provavelmente o que teremos em aula será mais do mesmo, considerando o enorme peso das estruturas materiais da escola e das estruturas mentais de professores e alunos”. Para o autor, então, o ato de planejar – antecipar mentalmente uma ação a realizar e se dá em diferentes níveis: enquanto o Planejamento em âmbito nacional, estadual ou municipal, para enfrentar os problemas de demanda, alocação e gerenciamento de recursos; a) mais próximo da prática do professor e da sala de aula, referindo-se especificamente ao aspecto didático b) programação feita pela coordenação pedagógica da escola, contendo a listagem de conteúdos por ano de escolaridade c) proposta geral das experiências de aprendizagem que serão oferecidas pela escola, incorporada nos diversos componentes curriculares d) plano integral da instituição, também conhecido como Projeto Político-Pedagógico, envolvendo as dimensões pedagógica, comunitária e administrativa da escola