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Segundo Aranha (2007), as teorias construtivistas na educação buscaram superar a dicotomia entre o inatismo, em que o sujeito que conhece é o polo mais importante no processo de conhecimento, e o empirismo, em que o sujeito que conhece é passivo e apenas recebe da experiência os elementos para a elaboração do conhecimento. Para os construtivistas, o conhecimento é uma construção: