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Se as aulas se restringem aos conceitos, às abstrações e generalizações, o conhecimento dificilmente se constrói, pois será muito pouco provável que [...] o sujeito do conhecimento consiga estabelecer relações, ressignificações e, portanto, reelaborações e uma nova fusão entre os seus saberes e aqueles trabalhados pela escola. Por outro lado, se as aulas têm como ponto de partida e chegada apenas a dimensão cotidiana, tampouco ocorrerá a construção de conhecimentos, pois dificilmente o núcleo central do senso comum e dos preconceitos serão ressignificados, visto que esta ação exige, necessariamente, releituras que avancem para além da singularidade dos fenômenos. Por isso afirmamos: os conhecimentos geográficos se constroem no infinito movimento que se realiza entre o plano da singularidade, da particularidade e da generalidade em diferentes escalas de análise. (KATUTA, A. M. Geografia, Linguagens e Mídia Impressa. IN: KATUTA, A. M.; ELY, D.F.; PAULINO, E. T.; CUNHA, F.C.A.; ANTONELLO, I.T.(Orgs.). Geografia e Mídia Impressa. Londrina: Moriá, 2009.)
Após a leitura do texto, depreende-se que