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Jan Masschelein (2014, p. 39), inspirado em Jacques Rancière, entende que o espaço pedagógico não é uma estrutura ou uma instituição preexistente, em que mestre e criança se introduzem para produzir aprendizado. Com base nessa perspectiva, é correto afirmar que a organização da prática pedagógica nesse espaço nos anos iniciais:
I. abre-se para a potência e manifestação da infância, possibilitando acionar no outro a vontade do saber, de verificar a própria inteligência e de reconhecer-se como ser pensante.
II. deve levar em conta a relação assimétrica entre professor e aluno, priorizando a transmissão do conhecimento sistematizado para que ocorra a aprendizagem.
III. torna-se um processo de emancipação intelectual tanto para professores quanto para alunos, por meio de um diálogo entre seres de palavras.
IV. busca estabelecer uma relação simétrica entre professor e aluno, como sujeitos idênticos que compartilham as mesmas vontades.
V. consiste em oferecer um programa educacional e propor uma visita guiada até o saber que é possível alcançar.