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Segundo Paulo de Camargo (Desencontros entre Arquitetura e Pedagogia. Revista Pátio Educação Infantil, Porto Alegre, ano VI, n. 18, nov. 2008, p. 45), “Os espaços de nossa infância nos marcam profundamente. Sejam eles berço, casa, rua, praça, creche, escola, cidade, país, sejam eles bonitos ou feios, confortáveis ou não, o fato é que influenciam definitivamente nossa maneira de vermos o mundo e de nos relacionarmos com ele”. Dessa forma, é correto afirmar que:
I. As creches e pré-escolas sejam construídas, levando-se em conta que elas serão ocupadas e utilizadas por crianças.
II. As creches e pré-escolas devem estar organizadas de modo a promover o desenvolvimento da identidade pessoal de cada criança, o desenvolvimento de diversas competências e oportunidades para contato social e privacidade.
III. As creches e pré-escolas devem estar organizadas em zonas circunscritas, especialmente se as crianças pequenas já estavam habituadas a trabalhar no arranjo espacial aberto, com o professor sempre dirigindo as atividades, sempre interferindo diretamente nas suas ações e relações com os colegas e o ambiente.
IV. As creches e pré-escolas devem oferecer espaços com propostas diferenciadas, situações diversificadas, que ampliem as possibilidades de observação e exploração infantis.