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No ensino médio de uma escola pública, uma estudante com deficiência intelectual apresentou avanços em leitura e escrita, mas continuou sendo avaliada apenas por provas padronizadas, sem adaptações. O professor justificou que não poderia alterar o formato da avaliação, pois a escola precisava manter a uniformidade de critérios.
Enquanto isso, um aluno diagnosticado com TDAH era constantemente punido com suspensões por apresentar comportamentos de inquietação, sem que fossem implementadas estratégias pedagógicas de apoio. Em reunião, a coordenação pedagógica afirmou que somente laudos médicos poderiam fundamentar adequações, e que a escola não possuía autonomia para alterar formas de avaliação.
A escola age corretamente ao exigir que apenas laudos médicos fundamentem qualquer ajuste pedagógico, pois a interpretação docente ou as estratégias pedagógicas individualizadas poderiam gerar desequilíbrios e favoritismo entre os estudantes.