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Uma escola atende turmas do ensino fundamental em regime regular inclusivo. Na turma do 5º ano, a professora relatou a presença de quatro estudantes com perfis distintos: Um aluno com transtorno do espectro autista (TEA): apresenta dificuldades em interações sociais; evita contato visual; tem rotinas rígidas; e demonstra interesse intenso por determinados temas (como mapas e geografia).
Uma aluna com deficiência intelectual (DI) leve: possui dificuldade de compreensão de conceitos abstratos; exige instruções passo a passo; e precisa de apoio para organizar tarefas complexas.
Um aluno com deficiências múltiplas (DMU), envolvendo deficiência intelectual e motora: apresenta limitações cognitivas e motoras, necessitando de auxílio em atividades físicas e de escrita, além de requerer materiais adaptados.
Uma aluna com altas habilidades/superdotação (AH/SD): demonstra rapidez na compreensão de conceitos complexos, criatividade elevada; e tendência a se desinteressar por atividades consideradas simples pelos colegas.
Considere-se que essa professora precise planejar uma sequência de aulas de ciências que envolva experimentos práticos, registros em cadernos e trabalhos em grupo, garantindo que todos os estudantes participem de maneira significativa, respeitando suas características individuais.
A professora decidirá aplicar o mesmo experimento de ciências à aluna com deficiência intelectual (DI) e à aluna com altas habilidades e superdotação (AH/SD). Para isso, ela adaptará a atividade, oferecendo instruções simplificadas à aluna com DI e sugerindo leituras complementares à aluna com AH/SD. Essas adaptações são suficientes para atender às necessidades educacionais de ambas, não sendo necessário alterar a estrutura geral da atividade ou a dinâmica da turma.