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No DF, uma escola de anos iniciais atende estudantes com deficiência intelectual (DI) leve a moderada e transtorno do espectro autista (TEA). A equipe pedagógica está organizando o ano letivo e precisa definir o tipo de turma e as estratégias de ensino.
Algumas observações da equipe: alguns estudantes com DI e TEA foram alocados em classes comuns inclusivas, mas a professora não recebeu as orientações acerca da modulação de ensino e os recursos diferenciados; uma pequena turma de estudantes com TEA foi organizada como classe especial, porém sem prazo definido para a inclusão progressiva em classes comuns; e a gestão não realizou um estudo de caso individualizado para os novos alunos e não definiu o horário adequado para o atendimento educacional especializado (AEE).
No caso dessa escola, a correta implementação da estratégia de matrícula exigirá que todos os estudantes com DI e TEA passem por estudo de caso individualizado, que definirá a modalidade de turma (classe comum inclusiva, integração inversa ou classe especial), o horário do atendimento educacional especializado (AEE) e os ajustes pedagógicos necessários, garantindo atendimento alinhado às necessidades educacionais específicas e às diretrizes da SEEDF.