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Se a gente pensasse no professor como uma torneira que, aberta, jorrasse conhecimentos e pensasse no aluno como um copo que, colocado sob a torneira, ficasse cheio de conhecimentos, a coisa seria fácil. Bastaria fácil. Bastaria o professor falar, o aluno ouvir, tomar notas, ler as anotações em casa... e pronto, o ensino teria sido realizado e a aprendizagem teria sido feita. Mas não é assim. A aprendizagem somente se realiza caso o aluno seja um sujeito investigador, participando de um processo que engloba o sujeito professor.
No texto, são abordadas duas tendências pedagógicas: uma relacionada a um modelo liberal e outra relacionada a um modelo progressista de educação.