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Horas após o parlamento catalão aprovar uma resolução que dá início ao processo de independência da Catalunha, o conselho de ministros da Espanha decidiu destituir Carles Puigdemont do poder e anunciou a destituição de todo o governo catalão (a chamada Generalitat), assim como do diretor-geral da polícia, Pere Soler. Ao assumir as funções do presidente da Generalitat, o conselho assumiu o poder de dissolver o Parlament (o Parlamento catalão) e convocou eleições para o dia 21 de dezembro.
Diversos movimentos separatistas estão presentes no território europeu, de que é exemplo a tentativa escocesa, em 2014, de se tornar independente do Reino Unido.