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No artigo, Tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais: formação e atuação nos espaços educacionais inclusivos, Lacerda aponta que “as IES, de modo geral, estavam pouco preparadas para a inclusão do aluno surdo e, consequentemente, para a presença do intérprete em sala de aula”. A autora cita que problemas desse despreparo poderiam ser evitados com determinadas medidas, como: I- Planejamento comum anterior; II- Oferecimento do curso de graduação em Letras-libras licenciatura pela instituição de ensino superior; IIIoferecimento do material a ser trabalhado em sala ao intérprete com antecedência; IVconhecimento do professor sobre as necessidades e possibilidades dos estudantes surdos; V- interação entre aluno surdo e aluno ouvinte através de projetos de interpretação de Libras.
São medidas citadas pela autora somente: