///
Para Rodrigues (2018) na perspectiva de Roger Bell (1991), a competência do tradutor, como comunicador, resultaria da junção de um conjunto de elementos, mais especificamente, de cinco tipos distintos de conhecimento: (i) conhecimento da língua fonte; (ii) conhecimento da língua-alvo; (iii) conhecimento do tipo de texto; (iv) conhecimento de do mínio, de área (“do mundo real”); e (v) conhecimento contrastivo, somados às habilidades de codificação (de escrita de textos alvo) e de decodificação (leitura de textos fonte). Assim, de forma geral, o possível modelo pensado por Bell estrutura-se na integração de: (a) uma base de conhecimentos (que envolve os cinco tipos de conhecimento citados acima) e (b) um mecanismo inferencial (que diz respeito às habilidades de leitura e escrita de textos). Essa integração manifesta-se, portanto, assim como os componentes da “competência comunicativa”, que são as seguintes:
I. competência gramatical (habilidades e conhecimentos necessários para compreender e expressar o significado literal dos enunciados);
II. competência sociolinguística (conhecimento e capacidade de produzir e compreender enunciados contextualizados);
III. competência estratégica (empregada para melhorar a eficácia da comunicação e compensar possíveis deficiências) e
IV. competência terminológica (capacidade de organizar os termos e combinar formas para chegar a textos em diferentes gêneros)
Está(ão) errada(s) a(s) afirmação(ões):