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O manejo do empiema pleural é ditado pela sua fase evolutiva (fases I, II e III). Um paciente apresenta empiema pleural loculado (Fase II - Fibrinopurulenta), com septações visíveis à tomografia e encarceramento pulmonar incipiente, sem melhora após drenagem tubular simples e antibióticos. A conduta cirúrgica apropriada e eficaz para este estágio é: