Nascida no Brasil na década de 1970, durante a Ditadura Militar, essa tendência didático-curricular se ocupa com o fortalecimento da formação dos estudantes com o objetivo de utilizar os conhecimentos a fim de atender aos fins econômicos da nação. Sua base epistemológica é a Teoria do Capital Humano (TCP) e suas ênfases são no autodidatismo, tele-ensino, microensino, instrução programada, trilhas de aprendizagem, itinerários formativos e ensino a distância.